O patético vazamento de uma ação de guerra dos Estados Unidos
O mundo se acostumou a encarar e respeitar os Estados Unidos como uma das maiores potências do mundo, não apenas pela força da economia, do empreendedorismo, da excelência de suas universidades, como principalmente pelo poderio bélico, historicamente presente em todos os grandes conflitos desde o início do século XX.
Ao mesmo tempo, os países do Ocidente, historicamente, aprenderam a admirar os líderes políticos e militares por trás desse poder. Desde os chamados "pais da república" americana, os "Founding Fathers", um grupo de figuras históricas que desempenhou um papel crucial na independência e na formação do país: George Washington, Thomas Jefferson, Benjamin Franklin, John Adams, e James Madison.
Leia mais...Em tempos de cyberataque, é importante que o tema esteja sempre na pauta das empresas. Não foi apenas porque o ataque da semana passada, que atingiu 150 países, teve uma extensão tão grande que as empresas devem se preocupar com o tema. Aqui mesmo neste site há inúmeros artigos alertando para uma das maiores ameaças à reputação e ao negócio das organizações, que é o cyberataque. Os bancos britânicos, por exemplo, consideram esse tipo de crime como a segunda maior ameaça a uma empresa financeira, logo depois da fraude ou desvio de dinheiro. As áreas de segurança dos Estados Unidos incluem o cyberataque como a maior ameaça que o país tem hoje, ao lado do terrorismo.
Pode ser mera coincidência a data. Mas duas manchetes chamam a atenção neste sábado, 13 de maio: “Capitão italiano Francesco Schettino pega 16 anos de prisão por acidente do Costa Concordia”. E “Hopi Hari fecha por tempo indeterminado”.
Os dois fatos são de amplo conhecimento dos brasileiros. O primeiro – o naufrágio do navio de cruzeiros Costa Concordia - ocorreu em janeiro de 2012, nas costas da Ilha de Giglio, na Itália e teve ampla repercussão internacional. No Hopi Hari, em Vinhedo-SP, o acidente da menina, que caiu de um brinquedo, foi em fevereiro de 2012. Fatos bem diferentes, de dimensões diversas, mas que têm uma convergência de causas: falta de comando, falta de prevenção, má gestão de crises e falhas graves de comunicação.
Governantes populistas podem até ser lembrados pela história. Pelo bem, ou pelo mal. Alguns, quando começam a ser idolatrados pelas massas, sentem-se no direito de fazer o que bem entendem. E, muitas vezes, passam do ponto. Ao sentir o gosto do poder, uns tantos se transformam em ditadores, uma tentação sempre perigosa, de que temos exemplos bem perto, como hoje na Venezuela; ou mais longe, na Turquia, e tivemos na Argentina, no Brasil, na Bolívia e em outros países da América Latina e África, principalmente.
A matéria de capa desta semana da revista britânica The Economist trata de um tema pouco afeito às discussões nos fóruns econômicos e na pauta da diretoria das empresas: a morte. Por que a respeitada e tradicional revista econômica traz esse tema indigesto para a pauta? Talvez porque, assim como a crise é um tema tabu, que os empresários e as grandes corporações não gostam de mencionar, nem de discutir, a morte também acaba se transformando num assunto que nós pobres mortais não gostamos de tocar nas conversas do dia a dia. Erradamente. Porque nada é mais certo numa vida, do que o momento da morte.
A Volkswagen já se convenceu de que irá gastar cerca de US$ 30 bilhões, depois de ter sido flagrada em fraude que alterava o nível de emissões de poluentes dos motores a diesel de carros nos Estados Unidos, em 2015. Há um mês, um juiz de Detroit condenou a montadora a pagar US$ 2,8 bilhões, como parte de um acordo inicial com o Departamento de Justiça dos EUA. Nesse valor está incluído o preço de comprar de volta (a título de indenização) quase 500 mil veículos atingidos pela fraude, somente nos EUA.
Francisco Viana**
Vamos deixar de lado as delações da Odebrecht e o envolvimento da chamada elite política da República, se é que podemos assim chamar o Brasil; vamos deixar de lado a crise econômica e seus milhões de desempregados silenciosos; vamos deixar de lado a falência, por endividamento, dos estados brasileiros. Vamos nos concentrar numa expressão cotidiana que explica bem o espírito do tempo em que vivemos, o ano da graça de 2017: “vamos viver o dia de hoje, esquecer o amanhã”, ou seja, vamos abandonar toda utopia, todo o sonho de uma vida melhor.