O patético vazamento de uma ação de guerra dos Estados Unidos
O mundo se acostumou a encarar e respeitar os Estados Unidos como uma das maiores potências do mundo, não apenas pela força da economia, do empreendedorismo, da excelência de suas universidades, como principalmente pelo poderio bélico, historicamente presente em todos os grandes conflitos desde o início do século XX.
Ao mesmo tempo, os países do Ocidente, historicamente, aprenderam a admirar os líderes políticos e militares por trás desse poder. Desde os chamados "pais da república" americana, os "Founding Fathers", um grupo de figuras históricas que desempenhou um papel crucial na independência e na formação do país: George Washington, Thomas Jefferson, Benjamin Franklin, John Adams, e James Madison.
Leia mais...*Mauro Segura
Imagem de marca se constrói em anos. E pode se destruir em instantes. Acidentes de percurso acontecem na construção da imagem de uma marca. E então, o que fazer? As variáveis não são todas controladas, o tempo de resposta pode ser desfavorável, o impacto pode ser grande e, por vezes, irreversível. Neste painel vamos discutir o imponderável e entender se há como preveni-lo e, num caso extremo, remediá-lo.
A turbulência que atingiu a empresa americana United Airlines, esta semana, quando retirou um passageiro à força de dentro de um avião, em Chicago, atingiu não apenas a reputação da companhia, mas colocou em xeque a forma como as empresas aéreas de modo geral, e principalmente nos Estados Unidos, tratam os clientes. O mal causado à imagem do setor ainda está para ser avaliado. Mas não há dúvida de que a credibilidade das empresas aéreas, que já era frágil, foi severamente abalada.
Francisco Viana*
O vídeo chocou o mundo. As imagens mostram um passageiro da United Airlines, por força de um overbooking, sendo arrastado, para fora de um voo, nos Estados Unidos. Horrível! Pior ainda: o passageiro era idoso. Mas o que ocorreu poderia ter acontecido com qualquer um, em qualquer situação, em qualquer lugar. A cultura da violência não ganha nos dias atuais caráter universal?
Falhas de gestão, discriminação e crimes de colarinho branco concentraram a maioria das crises corporativas de 2016, segundo o relatório anual do Institute for Crisis Mangement (ICM), dos Estados Unidos, que escrutinou cerca de 600 mil crises ocorridas no mundo ano passado. Também teve destaque a categoria “workplace violence”, crise que aumentou em relação a 2015, principalmente devido aos vários atentados de grupos terroristas ou fanáticos, que deixaram centenas de mortos em 2016.
Francisco Viana*
"... para mim felicidade é a morte" (Shakespeare, Otelo o mouro de Veneza)
A morte, por covarde agressão, de um turista argentino no Rio de Janeiro, em Ipanema, mostra, de maneira trágica, o quanto a violência entrou no nosso cotidiano e como pode ainda se tornar mais presente. Banalizou-se.
As cenas chocantes mostradas pela TV do assassinato de dois traficantes, por policiais, logo após a morte de uma menina de 13 anos*, por bala perdida, e o ataque ao jovem argentino** por quatro marginais escancaram uma realidade que a cada dia se aprofunda. Estamos perdendo os valores mais caros do ser humano: o respeito e o direito à vida, o autocontrole, a honestidade e até a ética.