O patético vazamento de uma ação de guerra dos Estados Unidos
O mundo se acostumou a encarar e respeitar os Estados Unidos como uma das maiores potências do mundo, não apenas pela força da economia, do empreendedorismo, da excelência de suas universidades, como principalmente pelo poderio bélico, historicamente presente em todos os grandes conflitos desde o início do século XX.
Ao mesmo tempo, os países do Ocidente, historicamente, aprenderam a admirar os líderes políticos e militares por trás desse poder. Desde os chamados "pais da república" americana, os "Founding Fathers", um grupo de figuras históricas que desempenhou um papel crucial na independência e na formação do país: George Washington, Thomas Jefferson, Benjamin Franklin, John Adams, e James Madison.
Leia mais...A mortalidade infantil é um dos maiores problemas do mundo. Cerca de 6 milhões de crianças menores de 15 anos morrem por ano. São cerca de 16.000 mortes todos os dias. A quase totalidade morre por problemas de saúde e não por acidentes ou outras causas. “Esta estatística devastadora revela o grande número de crianças cujas vidas terminam antes de poderem descobrir os seus talentos, paixões e sonhos à medida que envelhecem – e representa o impacto da mortalidade infantil na vida de tantas pessoas: pais, irmãos, famílias e comunidades.”
Há cinco anos, 346 pessoas morreram em dois acidentes envolvendo aviões Boeing 737 Max, num período de quase cinco meses: primeiro na costa da Indonésia, em voo da empresa Lion Air, com destino a Nairobi, Quênia, em outubro de 2018; e depois, na Etiópia, com avião da Ethiopian Airlines, em março de 2019.
A mídia está em crise? Os jornais vão desaparecer? Pelo menos a mídia impressa tem sobrevivido a um custo muito elevado, porque perdeu leitores e publicidade, atropelada pelas plataformas online e redes sociais. Quem ainda mantém assinatura de publicações impressas? Os jornais e as revistas estão com os dias contados? Essa é uma pergunta que não é difícil responder.
A revista americana The Nation publicou artigo esta semana abordando a crise dos jornais americanos, num país que, tradicionalmente, foi referência e fez escola para o jornalismo de todo o mundo. E onde os jornais, pelo menos dos grandes grupos, apesar da preponderância da TV, conseguem sobreviver pela credibilidade conquistada na história dos EUA. Principalmente as publicações das grandes capitais.
"Liderar uma empresa inteira durante uma crise testará suas habilidades de liderança como nada mais. Felizmente, outros antes de você enfrentaram desafios semelhantes. Veja como aprender com eles e emergir mais forte.
“À medida que os CEOs baby boomers* se aposentam, uma nova vaga de líderes está pronta para assumir o poder. Esses novos CEOs estão cheios de novas ideias e perspectivas. No entanto, muitos inevitavelmente enfrentarão uma crise pela primeira vez, liderando uma grande organização.”
O Facebook completou 20 anos em 4 de fevereiro, mas hoje é um ímã de controvérsia, dinheiro e crises, tanto quanto um adolescente impetuoso e que quebrava tudo. Em 31 de janeiro, Mark Zuckerberg, o fundador da rede social, foi criticado por senadores americanos sobre a disseminação de material prejudicial, principalmente a crianças e adolescentes. A cena bizarra em uma comissão do Senado americano viu Mark Zuckerberg se levantar, sob pressão, para se dirigir aos pais e a ativistas que protestavam com fotos dos filhos, contra o Facebook, e pedir desculpas pelo conteúdo tóxico da rede oferecido aos usuários da rede.
Difícil hoje falar em comunicação, tecnologia, mundo digital e até sobre o futuro das empresas, sem abordar o tema Inteligência Artificial (IA). Aí surge uma dúvida se a IA é uma ameaça às organizações e à humanidade, num futuro próximo, ou uma oportunidade, um grande avanço no conhecimento humano que, a exemplo de outras tecnologias, estaria chegando para melhorar e facilitar a vida das pessoas e das organizações. Ou estaríamos diante de uma grave ameaça de crise?