O patético vazamento de uma ação de guerra dos Estados Unidos
O mundo se acostumou a encarar e respeitar os Estados Unidos como uma das maiores potências do mundo, não apenas pela força da economia, do empreendedorismo, da excelência de suas universidades, como principalmente pelo poderio bélico, historicamente presente em todos os grandes conflitos desde o início do século XX.
Ao mesmo tempo, os países do Ocidente, historicamente, aprenderam a admirar os líderes políticos e militares por trás desse poder. Desde os chamados "pais da república" americana, os "Founding Fathers", um grupo de figuras históricas que desempenhou um papel crucial na independência e na formação do país: George Washington, Thomas Jefferson, Benjamin Franklin, John Adams, e James Madison.
Leia mais...A Polícia Civil do DF e o MPDFT desencadearam hoje uma Operação que envolve hospitais, empresas fornecedoras, médicos ortopedistas e agentes de saúde, num conluio que visava obter vantagens financeiras em cirurgias suspeitas e desnecessárias de órteses e próteses. A polícia suspeita que cerca de 60 pacientes foram lesados, só em 2016, por uma única empresa, e até tentativa de morte a paciente aparece na denúncia.
As pessoas se expõem cada vez mais nas redes sociais. Conversam e se mostram, como se estivessem em casa ou num ambiente privado. Esse banco de dados pessoal ou corporativo, muito valioso, quer queiram ou não, é alimentado pelos próprios usuários. Provavelmente, algumas redes, como o Facebook, sabem mais sobre você do que você mesmo. O objetivo é cada vez mais faturar com anúncios comerciais que vão diretamente na veia do consumidor. Ele sabe os livros que você lê, onde você anda e tudo o que consome. E conhece sua família e os amigos.
*Francisco Viana
O reino da comunicação é a esfera social dos valores e interesses de atores conflitantes que estão comprometidos em disputa e debate para reproduzir a ordem social, para subvertê-la, ou para acomodar novas formas resultantes da interação entre o velho e o novo, o passado de dominação cristalizado e o futuro de projetos alternativos para a existência humana promovidos por aqueles que aspiram mudar o mundo e estão prontos a lutar por isso.
Manuel Castells, O poder da comunicação.
90% dos desastres nos últimos 20 anos foram causados por inundações, tempestades, ondas de calor e outros eventos relacionados com o clima - e esses desastres relacionados ao tempo são cada vez mais frequentes, de acordo com relatório divulgado pela ONU, relativo a 2015.
Francisco Viana*
João Santana, um dos marqueteiros mais conhecidos do país, deu uma pista preciosa para compreensão das engrenagens invisíveis do marketing político ao dizer que em “98% das campanhas” eleitorais no país existe caixa 2. Santana argumentou: “Você vive num ambiente de competição. Ou faz a campanha dessa forma ou não faz. Vem outro que vai fazer.” Santana disse ainda que se fosse tratar a questão (do caixa 2) com rigor, se formaria uma fila “ininterruptamente que iria bater em Brasília e Manaus”... “Seria uma muralha humana capaz de concorrer com a Muralha da China. Capaz de ser fotografada por qualquer satélite que orbita em torno da Terra”.
Uma sucessão de ataques terroristas na Europa nos últimos 18 meses, principalmente na França, e uma intensificação de atentados desde o fim de junho em outros países, como na Turquia e agora na Alemanha, levou ao temor de que esse tipo de desafio se transforme numa crise permanente para os europeus, o que é muito ruim para o turismo e para os negócios. Se o Continente ainda sofre os efeitos da crise econômica de 2008, enfrenta, desde o ano passado, uma pressão social e econômica com a crise dos refugiados e ainda não assimilou a aprovação do plebiscito, que sacramentou a saída do Reino Unido da União Europeia, o terrorismo entra na agenda como mais um entrave à estabilidade nos negócios e à paz na região.
Artigo do The Wall Street Journal analisa a nova realidade de conviver com uma ameaça permanente, muito difícil de controlar e que coloca em risco a vida de todos os cidadãos. “A tendência geral é de radicalização de todo o mundo”, diz uma autoridade de segurança da Europa, ao jornal americano. “Não sei como vamos parar isso”.