
Uma guerra por impulso, sem aposta para acabar
Parte do mundo acordou na manhã de sábado, 28 de fevereiro, com as manchetes internacionais anunciando que os Estados Unidos, junto com Israel, haviam iniciado bombardeios ao Irã. Várias incursões foram realizadas contra a capital Teerã e cidades do interior, nas primeiras horas. A primeira coisa que a maioria da população se perguntou é se o Irã havia atacado um desses países. Não. Na início da noite em Washington; 8 horas da manhã em Tel Aviv e 10 horas em Teerã, os EUA, junto com Israel, iniciaram o bombardeio sobre a capital e algumas cidades do interior do Irã.
O país de melhor qualidade de vida do planeta. Uma população de 5 milhões de habitantes que não conhece crise financeira, com reduzido índice de violência, nem enfrenta dez por cento dos problemas de outros países. Qual a possibilidade desse país enfrentar uma crise grave, envolvendo terrorismo, se sua bandeira é a paz? Sob o ponto de vista do gerenciamento de risco: quase zero.
O mundo da música infelizmente lamenta a morte de mais um ídolo. Amy Winehouse, a talentosa cantora inglesa, que arrebatou platéias durante pelo menos cinco anos e ganhou em 2008, cinco dos seis prêmios Grammy, apareceu morta hoje em seu apartamento, em Camden Square, Londres. A polícia ainda não sabe a causa da morte, informação que deve ser divulgada na próxima semana. Mas não é difícil especular.
“Imagine um mundo no qual nos é atribuída uma nota, que indica quão influente nós somos. Este conceito numérico iria ajudar a determinar se você recebe um emprego, um upgrade do quarto de um hotel de luxo ou amostras grátis no supermercado. Se a sua pontuação de influência é baixa, você não consegue a promoção, a suite ou os cookies de cortesia”.
O fim de um jornal é sempre um dia triste. Neste domingo, não importam as razões que levaram à decisão, fecha-se um capítulo de 168 anos, com a última edição do jornal inglês News of the World. Mais lamentável ainda são os motivos que levaram ao fechamento. Não foram problemas econômicos, como tem acontecido com jornais nos EUA e em tantos outros lugares pelo mundo, sob pressão da internet. Foram problemas éticos, exatamente um dos valores considerados sagrados para a imprensa.
Há pouco mais de um mês, o mundo das finanças foi abalado pela denúncia de uma camareira de luxuoso hotel de Nova York. Bastou uma investigação mais acurada da polícia e do FBI para descobrir que a acusação de estupro ao ex-todo poderoso diretor do FMI, Dominique Strauss-Kahn, tinha inconsistências.
"Liderança hoje não é sobre você, é sobre as pessoas a quem você serve, é sobre o tratamento de seus funcionários como parceiros de negócios, trabalhando lado a lado com eles e compartilhando informações". A afirmação é de Ken Blanchard, co-autor do best-seller The One Minute Manager, (O Gerente Minuto) e de outros livros de negócios, em Seminário promovido pelo Altimeter Group, nos Estados Unidos.









