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25 anos do atentado do 11 de setembro. Uma data que ficou marcada na história como um marco, ainda que trágico, do verdadeiro início do século XXI. A cada ano da tragédia, uma história que continua sendo contada e não acaba. Por que a nação mais armada do mundo não conseguiu impedir um atentado no coração do país, como um desafio ao poderoso sistema de defesa americano?
Artigos, documentários, filmes tentam contar a história, a cada ano com novas informações, que surpreendem pela forma como tudo aconteceu. Onde a segurança do país falhou em permitir que quatro aviões fossem sequestrados, por terroristas da Al-Qaeda, e se tornassem verdadeiros mísseis, atacando edifícios públicos, dentro do território americano e causando 2.977 mortes. Socorristas e sobreviventes faleceram nos anos seguintes em decorrência de cânceres e doenças pulmonares causados pela poeira tóxica dos escombros, superando em muito o número de mortes registradas no próprio dia do ataque.
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A crise da Telefônica com o Speedy, a banda larga para internet no estado de São Paulo, é apenas a ponta do iceberg que envolve a privatização das teles, com um marco regulatório muito frouxo, fiscalização deficiente e falta de punição para empresas que não cumprem promessas vendidas nos pacotes para usuários incautos.
A crise econômica pode ter afetado definitivamente a confiança dos americanos na imprensa, nas grandes corporações e no governo, com uma mensagem para a mídia tipo, “quando a notícia é ruim, mate o mensageiro”. Esse é o resultado de recente pesquisa de âmbito nacional nos EUA. Somente 5% dos 568 respondentes da pesquisa têm uma grande confiança na mídia, comparado a 60% da amostra que disse ter pouca confiança e 35% alguma confiança. Só as igrejas se salvam.
Nos últimos dias muito se fala sobre blog da Petrobras criado para responder a perguntas enviadas pela imprensa e defender-se de pautas negativas, por conta da CPI no Congresso. O Fatos e Dados foi lançado no inicio do mês para “manter um canal de comunicação rápida e direta com o público, dedicado a apresentar fatos e dados recentes da Petrobras, o posicionamento da empresa sobre as questões relativas à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) e esclarecimentos solicitados pela imprensa”.
Barragem estoura no Piauí, depois de vistoria. Presidente do Senado se desculpa por ter recebido auxílio-moradia. Ministro do Meio Ambiente bate boca pela imprensa e tromba com ruralistas e colegas de ministério. Conversa dos presidentes Lula e Chaves vaza. Multinacional do esporte faz festa em templo nazista. Petrobras cochilou e CPI pauta imprensa sobre negócios da empresa. Finalmente, o pior que pode acontecer a uma empresa aérea, um acidente de grandes proporções: a tragédia do AF 447.
O 12º Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa, que terminou dia 29 de maio, em S.Paulo, realizado pela Mega Brasil Comunicação, destacou as redes sociais (blogs, orkut, twitter, myspace, facebook, etc.) e os cuidados com a marca e a reputação como o grande desafio dos comunicadores.
Claro que não foi no Brasil. A crise do Parlamento britânico, com denúncias de gastos irregulares de verbas extrassalariais e auxílios-moradia, levou o presidente da Câmara dos Comuns, Michael Martin, a renunciar. Sua conta de reembolsos inclui até uma cadeira de massagem de mil dólares. Numa imitação grotesca do deputado brasileiro Sérgio Moraes, ele também se lixou para a opinião pública, ao dizer que não tinha cometido erro algum e que, ao contrário de colegas, não iria devolver dinheiro aos cofres públicos.
