
Reflexões sobre a gestão da comunicação organizacional na sociedade de riscos
A “Organicom”, Revista Brasileira de Comunicação Organizacional e Relações Públicas, da Universidade de São Paulo (USP), publicou o dossiê “Risco e Crise: reflexões sobre a gestão da comunicação organizacional na sociedade de riscos”. São 13 capítulos com diferentes temas ligados à Gestão de Riscos, além de uma entrevista "Gestão da comunicação de crise na sociedade de riscos: desafios e perspectivas na visão de W. Timothy Coombs", um dos maiores especialistas em Gestão de crises, no mundo; professor e autor de livros clássicos sobre Crisis Management, com destaque para The Handbook of Crisis Communication, de 2010, com várias edições; e um dos pioneiros no estudo desse tema do ponto de vista teórico, principalmente da comunicação de crise. A entrevista foi feita pelo Professor doutor em Comunicação, da Universidade Federal de Santa Maria, Jones Machado.
A tempestade que desabou sobre o GDF, parlamentares e empresários de Brasília desde sexta-feira (27) escancarou falhas primárias de gestão de crise. Com muito mais erros do que acertos. Pelo desenrolar dos acontecimentos, o governo local não tinha gerenciamento de risco, nem gabinete de crise. Pareceu um boeing atingido em pleno ar, com várias vítimas, sem a empresa aérea ter qualquer plano de emergência.
A tempestade que desabou sobre o GDF, parlamentares e empresários de Brasília desde sexta-feira (27) escancarou falhas primárias de gestão de crise. Com muito mais erros do que acertos. Pelo desenrolar dos acontecimentos, o governo local não tinha gerenciamento de risco, nem gabinete de crise. Pareceu um boeing atingido em pleno ar, com várias vítimas, sem a empresa aérea ter qualquer plano de emergência.
As corporações procuram todas as formas de promover e preservar a imagem. Gastam fortuna todo dia. Por isso, estão atentas a fatos que possam gerar crise. Mas ainda teimam em cochilar e cometer gafes ou erros primários. Resultado: atrapalham-se e precisam ser rápidas para não mergulhar na crise. Quando tentam apagar o incêndio, nem sempre fazem da forma mais correta.
A crise do governo do Rio G. do Sul, centrada na pessoa da governadora, contribui para o desgaste não só da carreira política de Yeda Crusius, como afeta o desempenho geral da administração do estado.
Já está consagrado na gestão de crises. Elas não chegam de surpresa, como se pensava. Ao contrário, 95% delas, segundo especialistas, podem ser previstas. Por que, então, as autoridades brasileiras demonstraram surpresa quando tentam explicar o apagão, que escureceu 40% do território nacional nesta terça-feira?
Três universidades nos últimos dias demonstram como a academia vai na contramão dos tempos e dos costumes. A Unip oferece um mimo para os alunos a avaliarem de forma positiva no Enade. A USP se vê envolvida em denúncia de plágio e a Uniban - Universidade Bandeirante se superou. Expulsa aluna agredida pelos colegas, porque suas roupas seriam provocantes. O tempora O mores! diria Cícero, diante de tanta aberração.









