
New York Times 175 anos: Como se tornar referência em jornalismo, passando por três séculos
Nesta sexta-feira, 18 de setembro, o *The New York Times*, o principal jornal dos Estados Unidos, considerado também como um das maiores e mais qualificadas publicações diárias do mundo, completou 175 anos. Parece fácil registrar o aniversário de uma publicação diária que consegue se fazer presente, ininterruptamente, em três séculos. E se olharmos para trás, para a história do mundo desde 1851, fica ainda mais difícil imaginar como foi possível manter uma marca, mas acima de tudo uma coerência editorial, passando por tantos períodos conturbados da história dos Estados Unidos e do mundo. Isso também tem muito a ver com a história americana, com um cenário político de democracia, apesar das várias crises internas. Um país que conseguiu sobreviver sem rupturas, a um terrível conflito, a Guerra de Secessão*, e sair ainda mais fortalecido, sem rupturas territoriais e políticas.
A Igreja Católica vive várias crises. O dilema de se modernizar e acompanhar os avanços dos últimos anos, tanto nos costumes, quanto na tecnologia. A concorrência acirrada de outras religiões e apelos que reduzem o rebanho de católicos. As denúncias graves, dos últimos anos, com acusações de pedofilia. E o drama da autoridade papal, centrada numa figura que hoje não encontra paralelo na hierarquia de quase nenhum poder.
Impressionante como as empresas incorrem em crises graves contra consumidores e nada muda. De um lado, repetem-se erros primários, falhas humanas, que colocam em risco a vida de crianças e adolescentes. De outro, atentado aos direitos do consumidor viraram rotina, principalmente em época de férias.
Quatro alunos de uma escola pública dos Estados Unidos foram suspensos por um ano das atividades escolares e do transporte escolar, por terem cometido bullying violento contra uma senhora de 68 anos, avó, monitora do ônibus escolar.
O ex-chefe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), Brigadeiro Jorge Kersul Filho, em entrevista ao Portal G1, conta, pela primeira vez, como a Aeronáutica atuou nos três últimos acidentes aéreos ocorridos no Brasil, com a Gol, Tam e Air France. Entre 2006 e 2009, as três tragédias causaram juntas 558 mortes e provocaram uma crise grave na aviação civil brasileira.
Em sua primeira entrevista, desde que deixou o Cenipa, em 2010, o ex-Brigadeiro defende a Aeronáutica fora dessas investigações de acidentes na aviação civil, no Brasil.
Segundo a maioria dos especialistas, existem dois tipos de empresas. As que já tiveram crises graves. E as que vão ter. Assim, praticamente todas as empresas, independentemente do ramo de negócio, irão um dia experimentar um episódio embaraçoso de comunicação.
A Austrália tem o seu caso Escola Base, se assim podemos classificar uma sucessão de erros da polícia, mídia, opinião pública e autoridades, que culminou num calvário de 32 anos para um casal. E a condenação de inocentes.









