
New York Times 175 anos: Como se tornar referência em jornalismo, passando por três séculos
Nesta sexta-feira, 18 de setembro, o *The New York Times*, o principal jornal dos Estados Unidos, considerado também como um das maiores e mais qualificadas publicações diárias do mundo, completou 175 anos. Parece fácil registrar o aniversário de uma publicação diária que consegue se fazer presente, ininterruptamente, em três séculos. E se olharmos para trás, para a história do mundo desde 1851, fica ainda mais difícil imaginar como foi possível manter uma marca, mas acima de tudo uma coerência editorial, passando por tantos períodos conturbados da história dos Estados Unidos e do mundo. Isso também tem muito a ver com a história americana, com um cenário político de democracia, apesar das várias crises internas. Um país que conseguiu sobreviver sem rupturas, a um terrível conflito, a Guerra de Secessão*, e sair ainda mais fortalecido, sem rupturas territoriais e políticas.
A compra da Dow Jones pelo empresário Robert Murdoch, dono da News Corporation,consolida uma tendência que vem se acentuando nos últimos anos de concentração da mídia em grandes conglomerados. Ou seja, a opinião cada vez mais está na mão de poucas pessoas.
Desastre em outubro, descalabro no transporte aéreo nacional durante nove meses, seguido de outra tragédia parecem ter acordado a mídia para uma realidade nacional. Nós tínhamos aeroportos e não sabíamos, havia pistas para os aviões pousar e também desconhecíamos.
Não bastasse a maior tragédia aérea da América Latina, uma série de trapalhadas da empresa aérea e do governo agravam uma crise que parece não ter fim.
A tragédia com o avião da TAM ocorrida nesta terça-feira (17/07) mostra mais uma vez a necessidade de um programa preventivo de comunicação para situações graves como a de um acidente destas proporções. Entre os vários intervenientes nessa tragédia, que vai do Governo à empresa aérea, passando por Ministério da Defesa, Comando da Aeronáutica, Anac, Infraero, polícia, bombeiros, sindicato dos aeroviários, enfim, vários interlocutores, vimos nesse episódio uma série de desencontros, próprios de situações conturbadas, mas que poderiam ser evitados e minimizados se as assessorias e autoridades estivessem mais preparadas e coordenadas.
A tecnologia facilitou muito a vida dos clientes e usuários de serviços das empresas. Mas a mesma tecnologia que favorece, por vezes pode ser uma ameaça à privacidade de pessoas e empresas.
A velocidade das mudanças no mundo digital em que vivemos é muito mais rápida do que imaginamos. Que diferença faz dois anos? A resposta pode estar no artigo de Brent Lang, publicado no site The Wrap Covering Hollywood. Lang repercute palestra realizada por Bruce Friend, presidente da Ipsos OTX Media CT, em 20/09, nos EUA, na The Wrap’s Grill Conference.









