
Uma guerra por impulso, sem aposta para acabar
Parte do mundo acordou na manhã de sábado, 28 de fevereiro, com as manchetes internacionais anunciando que os Estados Unidos, junto com Israel, haviam iniciado bombardeios ao Irã. Várias incursões foram realizadas contra a capital Teerã e cidades do interior, nas primeiras horas. A primeira coisa que a maioria da população se perguntou é se o Irã havia atacado um desses países. Não. Na início da noite em Washington; 8 horas da manhã em Tel Aviv e 10 horas em Teerã, os EUA, junto com Israel, iniciaram o bombardeio sobre a capital e algumas cidades do interior do Irã.
Em tempos de crise, envolvidos pelos problemas econômicos mais prementes, os executivos esquecem de cuidar da própria reputação na internet. Hoje, o resultado da simples citação, links ou páginas no Google, com viés negativo, pode ser tão desastroso quanto o prejuízo financeiro. Por isso, os especialistas em gerenciamento de crise alertam os executivos para não se descuidar dos mecanismos de busca que envolvem a própria reputação.
Mais da metade da população do mundo possui uma linha de celular pago e quase um quarto utiliza a internet, principalmente no chamado mundo desenvolvido, segundo reportagem publicada no jornal britânico The Guardian . No fim de 2008, a estimativa era de 4,1 bilhão de assinaturas de aparelhos celulares, contra 1 bilhão em 2002. Os dados constam em relatório divulgado em 2 de março pela International Telecommunnications Union-ITU, uma agência da ONU. A expectativa é que somente em 2010 essa marca fosse atingida. O celular desponta também como uma das tecnologias surgidas nos últimos anos de mais rápida difusão.
O recente episódio da festa dos prefeitos que o Governo Federal patrocinou em Brasília, com mais de 15 mil pessoas, mostra como é difícil as autoridades públicas lidarem com a transparência. Quando a imprensa quis saber quanto o governo havia gasto no convescote, a primeira informação foi R$ 253 mil. Como ninguém acreditou, o governo achou que a crise faria a imprensa esquecer os gastos.
Grande número de jornalistas começou a trabalhar no governo Obama em janeiro. Seria uma quantidade incomum em mudanças de governo nos EUA. Numa capital onde fervilham boatos e troca-troca de cargos, instalou-se um debate sobre a possibilidade de Obama estar recebendo tratamento favorável da mídia pelas relações de trabalho que passou a ter com ex-jornalistas da grande imprensa.
A circulação média diária de jornais no Brasil no ano passado cresceu 5% na comparação com 2007. Passou de 4,14 milhões de exemplares para 4,35 milhões de exemplares, segundo o IVC (Instituto Verificador de Circulação).
A decisão do governo de impor, sem comunicação adequada, a exigência de licenciamento prévio para liberar importações de vários produtos, tomada dia 26 de janeiro, acabou gerando uma crise, com reação de empresários e até de governos do Mercosul. A imprensa classificou a operação como “barbeiragem”, termo que teria saído do Ministério da Fazenda. Alguém acredita que essa medida foi tomada sem o conhecimento daquele ministério?









