
A Copa do Mundo não é nossa: discriminação, racismo e mercantilismo
Quatro anos passam rápido. O Brasil se preparou para aquele tradicional período em que, de norte a sul, muita gente começa a curtir o clima de Copa do Mundo e, naturalmente, da seleção brasileira de futebol, como favorita para ganhar mais um título. Aquele clima de “Pra frente Brasil”... Não é o caso agora. O grupo de jogadores convocados pelo técnico Carlo Ancelotti em sua maioria não joga no Brasil e alguns nunca jogaram. Foram direto para usufruir dos cofres cheios das equipes da Liga dos Campeões da Europa ou para outros países, com salários bem superiores aos pagos no Brasil. “Como a grande maioria deixa o país muito cedo para se formar sob a lógica europeia, o torcedor perdeu a convivência e a criação de memórias afetivas com seus craques.” Quem diz é a psicóloga e escritora Ana Paula Hornos, em artigo publicado no jornal “O Estado de São Paulo” de 13 de junho de 2026.
90% dos desastres nos últimos 20 anos foram causados por inundações, tempestades, ondas de calor e outros eventos relacionados com o clima - e esses desastres relacionados ao tempo são cada vez mais frequentes, de acordo com relatório divulgado pela ONU, relativo a 2015.
Francisco Viana*
João Santana, um dos marqueteiros mais conhecidos do país, deu uma pista preciosa para compreensão das engrenagens invisíveis do marketing político ao dizer que em “98% das campanhas” eleitorais no país existe caixa 2. Santana argumentou: “Você vive num ambiente de competição. Ou faz a campanha dessa forma ou não faz. Vem outro que vai fazer.” Santana disse ainda que se fosse tratar a questão (do caixa 2) com rigor, se formaria uma fila “ininterruptamente que iria bater em Brasília e Manaus”... “Seria uma muralha humana capaz de concorrer com a Muralha da China. Capaz de ser fotografada por qualquer satélite que orbita em torno da Terra”.
Uma sucessão de ataques terroristas na Europa nos últimos 18 meses, principalmente na França, e uma intensificação de atentados desde o fim de junho em outros países, como na Turquia e agora na Alemanha, levou ao temor de que esse tipo de desafio se transforme numa crise permanente para os europeus, o que é muito ruim para o turismo e para os negócios. Se o Continente ainda sofre os efeitos da crise econômica de 2008, enfrenta, desde o ano passado, uma pressão social e econômica com a crise dos refugiados e ainda não assimilou a aprovação do plebiscito, que sacramentou a saída do Reino Unido da União Europeia, o terrorismo entra na agenda como mais um entrave à estabilidade nos negócios e à paz na região.
Artigo do The Wall Street Journal analisa a nova realidade de conviver com uma ameaça permanente, muito difícil de controlar e que coloca em risco a vida de todos os cidadãos. “A tendência geral é de radicalização de todo o mundo”, diz uma autoridade de segurança da Europa, ao jornal americano. “Não sei como vamos parar isso”.
Qual a importância da comunicação para os líderes empresariais, governantes e chefes de equipe? Manter uma comunicação aberta e transparente é o atributo mais importante para 84% dos respondentes da pesquisa Ketchum Leadership Communication Monitor 2016, realizada em dez países, com três mil pessoas. Apenas 37% dos pesquisados acreditam que os líderes se comunicam bem. Pelo menos esse índice melhorou, porque em 2015 eram 19% os que admitiam que os líderes praticassem uma boa comunicação.
Em apenas 15 dias, o mês de julho já está marcado como um dos mais violentos deste ano, por conta de atentados e tiroteios que não param de ocorrer. O mundo globalizado fracassou na tentativa de eliminar fronteiras, barreiras comerciais e imigratórias e transformar a aldeia global num lugar onde se possa conviver em paz. O progresso, as novas tecnologias não têm ajudado a tornar nossa vida mais segura. Os terroristas e lobos solitários resolveram se comunicar por meio da barbárie. Não poupam inocentes; muito menos as crianças. Não importa onde. Pode ser numa rua da França ou num mercado do Oriente Médio.
Será que o recorrente recall salva ou ajuda a melhorar a reputação das grandes indústrias? A Toyota acaba de anunciar o recall de 2,87 milhões de veículos por possíveis falhas com unidades de controle de emissões. Além disso, também faz recall de 1,43 milhões de veículos por defeito em airbags, o que totaliza 3,3 milhões de veículos Toyota sofrendo reparos num curto período de tempo. O defeito no airbag de modelos como Prius e Lexus teria causado pelo menos 11 mortes em acidentes em diferentes países.









