
Maior crise corporativa do país completa sete anos
O rompimento da barragem da mineradora Vale, em Brumadinho, completou sete anos no último dia 25 de janeiro. É considerada a maior crise corporativa da história do país, não apenas pelo número de vítimas, 272 pessoas, como pelo impacto dos rejeitos despejados no meio ambiente da região. Dano esse irreparável e que irá perdurar por muitos anos. Aproveitando essa data, que deverá ser lembrada todos os anos, principalmente pelos parentes das vítimas, publicamos artigo do saudoso jornalista Francisco Viana, que em março de 2019, poucos dias após o rompimento, fez uma excelente reflexão sobre essa tragédia. Chico Viana faleceu sete meses após esse acidente, em 25 de agosto de 2019.
O recall tem se tornado prática comum das empresas, principalmente automobilísticas. Entretanto, embora seja uma demonstração de transparência e respeito pelo consumidor, o simples anúncio do recall não significa que a imagem da empresa ficará preservada e que sua reputação esteja intocada.
Existem várias pesquisas ou "ranking" que classificam os dez melhores jornais do mundo ou os maiores jornais do mundo. Elas podem variar um, dois ou até três títulos, mas há uma unanimidade quanto aos melhores, constituindo-se quase uma obrigação do cidadão bem informado ler ou ter um contato, pelo menos com um deles, diariamente.
O Jornal Nacional de 07/07/07 trouxe uma matéria que de certa forma tenta corrigir ou consertar estrago feito pela Polícia Federal, com o respaldo de praticamente toda a mídia, sobre pessoas ligadas ao Ministério das Minas e Energia.
Pesquisa encomendada pelo Centro de Integração Empresa Escola (CIEE) aponta que 34% dos universitários da região metropolitana de São Paulo não lêem com freqüência, 18% não gostam de ler e 16% lêem apenas de vez em quando.
A crise por que passa a aviação brasileira já passou do ponto que se poderia chamar de administrável. Ela demonstrou, ao longo de nove meses, além da incompetência para dar um pouco de ordem ao caos criado após o acidente da Gol, uma incapacidade para administrar a crise com um mínimo de organização.
Há dois meses a área econômica tem acompanhado um fato que acabou redundando na queda do Presidente do Banco Mundial. Dele podemos tirar várias lições sobre a administração de crise nas grandes organizações. O fato é que Paul Wolfowitz, presidente do Banco Mundial, admitiu em abril último ter favorecido sua namorada Shaha Riza, funcionária do mesmo banco, ao promovê-la para um cargo com salário milionário.









