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A “Organicom”, Revista Brasileira de Comunicação Organizacional e Relações Públicas, da Universidade de São Paulo (USP), publicou o dossiê “Risco e Crise: reflexões sobre a gestão da comunicação organizacional na sociedade de riscos”. São 13 capítulos com diferentes temas ligados à Gestão de Riscos, além de uma entrevista "Gestão da comunicação de crise na sociedade de riscos: desafios e perspectivas na visão de W. Timothy Coombs", um dos maiores especialistas em Gestão de crises, no mundo; professor e autor de livros clássicos sobre Crisis Management, com destaque para The Handbook of Crisis Communication, de 2010, com várias edições; e um dos pioneiros no estudo desse tema do ponto de vista teórico, principalmente da comunicação de crise. A entrevista foi feita pelo Professor doutor em Comunicação, da Universidade Federal de Santa Maria, Jones Machado.
Os Estados Unidos têm um novo herói. É o comandante do vôo 1549, da US Airways, Chesley Sullenberger, 57 anos, que conseguiu fazer um pouso forçado nas águas geladas do Rio Hudson, em Nova York, em 15 de janeiro. Enquanto o país comemora a ação arrojada do piloto, colegas e profissionais da aviação ouvidos após a odisséia, mostram como o ato do piloto não ocorreu por acaso. O avião, que decolou do aeroporto La Guardia, dentro da cidade de Nova York, levava 150 passageiros e 5 tripulantes. Todos saíram ilesos do arrojado pouso.
A verdade continua sendo a principal vítima do atual conflito na faixa de Gaza. Depois de ter assegurado, na semana passada, ao bombardear uma escola de refugiados da ONU, de que o ataque era represália por foguete lançado da Escola, Israel voltou atrás.
A confusão começou num voo da empresa americana AirTran Airways, de voos domésticos, após passageiros terem ouvido comentários de familiares sobre a posição das turbinas, quando procuravam os assentos. Os comissários acionaram o piloto, que chamou as autoridades de segurança aeroportuária.
Como em todas as guerras, na atual incursão bélica de Israel sobre Gaza, a primeira vítima sempre é a verdade. Israel bloqueou o acesso de jornalistas à faixa de Gaza, desde o início do conflito, alegando motivos de segurança. A região foi declarada “zona militar fechada” pelas autoridades locais. As notícias que o mundo recebe vêm de canais oficiais ou de jornalistas árabes que estão dentro da faixa de Gaza. A única TV presente no local é a Al Jazeera, que tem correspondente local.

O The New York Times – um dos jornais de maior prestígio no mundo - publicou em 5 de janeiro pela primeira vez em sua história anúncio na primeira página. Analistas atribuem a decisão aos efeitos da crise econômica na imprensa dos Estados Unidos. O anúncio da rede de televisão CBS ocupou uma barra no pé da primeira página. O valor negociado para a veiculação não foi revelado. Quem anuncia na primeira página deve pagar também por um pacote nas páginas internas.
Algumas modificações nesta página, a partir deste início de ano. O Blog terá uma nova configuração, mais adequada ao perfil dos Blogs que circulam na internet. Sempre que possível, terá notas mais curtas sobre comunicação e crises, no Brasil e no mundo, comentários e críticas à atuação da mídia ou das empresas, além de informações sobre novas tecnologias associadas ao futuro da imprensa.
