
New York Times 175 anos: Como se tornar referência em jornalismo, passando por três séculos
Nesta sexta-feira, 18 de setembro, o *The New York Times*, o principal jornal dos Estados Unidos, considerado também como um das maiores e mais qualificadas publicações diárias do mundo, completou 175 anos. Parece fácil registrar o aniversário de uma publicação diária que consegue se fazer presente, ininterruptamente, em três séculos. E se olharmos para trás, para a história do mundo desde 1851, fica ainda mais difícil imaginar como foi possível manter uma marca, mas acima de tudo uma coerência editorial, passando por tantos períodos conturbados da história dos Estados Unidos e do mundo. Isso também tem muito a ver com a história americana, com um cenário político de democracia, apesar das várias crises internas. Um país que conseguiu sobreviver sem rupturas, a um terrível conflito, a Guerra de Secessão*, e sair ainda mais fortalecido, sem rupturas territoriais e políticas.
Duas notícias publicadas esta semana, envolvendo acidentes aéreos, trouxeram a resposta que na maioria dos casos demanda meses e até anos para aparecer, quando uma tragédia grave acontece. Principalmente quando envolve acidentes sem evidências claras e imediatas das causas. Em fevereiro deste ano, 43 pessoas morreram quando um avião da TransAsia caiu no rio Jilong, em Taipé, próximo ao aeroporto da capital de Taiwan.
Após a primeira investigação, as informações divulgadas sobre a causa do acidente não deixam dúvidas. O piloto “puxou o acelerador para o lado errado”. Gravações da caixa preta revelam que o piloto desligou o segundo motor do avião, após falha do primeiro, considerado um erro pelos técnicos. Sem sustentação, o avião empinou e caiu em poucos minutos.
“Espera-se que haverá 2,5 bilhões de usuários de mídias sociais em 2017, cerca de um em cada três pessoas no mundo. Hoje, há uma pressão para as marcas manterem uma presença em tempo real nas mídias sociais para se conectar e engajar a base de clientes, enquanto ainda se esperam cuidados para evitar falhas de comunicação simples, erros tipográficos e outras inconsistências que podem levá-las ao topo do trending topics do Twitter pelas razões erradas.”
Em setembro, Enrico Letta, presidente do conselho italiano dos ministros de 2013 a 2014, vai mudar de vida e será decano da École des affaires internationales des Sciences Po (PSIA).* Ele quer transmitir sua experiência às elites do amanhã e ensiná-las a gerenciar as crises que certamente as esperam.
A coluna do Ombudsman da Folha de S.Paulo deste domingo aborda um tema de interesse geral. Até que ponto publicações online, o que inclui sites da imprensa, sites de buscas e a Internet têm o direito de manter nos arquivos registros de fatos negativos dos usuários? Passados alguns anos, esses “esqueletos” podem sair do armário, como fantasmas, e atrapalhar a vida de muita gente.
“Há uma história em quadrinhos que está pendurada no meu escritório. A piada diz: "Se no início você não conseguir, culpe a mídia?!" Assim a especialista americana em gestão de crises, Karen Friedman*, inicia artigo publicado no site da sua empresa de Gestão de Crises, nos EUA, em que analisa, afinal, qual o principal problema das organizações numa crise.
Relatório do Institute for Crisis Management (ICM) dos Estados Unidos, sobre as crises corporativas ocorridas em 2014 no mundo, divulgado neste mês, mostra que o vazamento de dados foi a categoria de crises que mais cresceu durante o ano.









