
Reflexões sobre a gestão da comunicação organizacional na sociedade de riscos
A “Organicom”, Revista Brasileira de Comunicação Organizacional e Relações Públicas, da Universidade de São Paulo (USP), publicou o dossiê “Risco e Crise: reflexões sobre a gestão da comunicação organizacional na sociedade de riscos”. São 13 capítulos com diferentes temas ligados à Gestão de Riscos, além de uma entrevista "Gestão da comunicação de crise na sociedade de riscos: desafios e perspectivas na visão de W. Timothy Coombs", um dos maiores especialistas em Gestão de crises, no mundo; professor e autor de livros clássicos sobre Crisis Management, com destaque para The Handbook of Crisis Communication, de 2010, com várias edições; e um dos pioneiros no estudo desse tema do ponto de vista teórico, principalmente da comunicação de crise. A entrevista foi feita pelo Professor doutor em Comunicação, da Universidade Federal de Santa Maria, Jones Machado.
Fim de ano. Em todo o mundo época de festas. Não importa se a população é cristã ou não. A virada gregoriana do ano não passa em branco, mesmo entre os que nunca ouviram falar no Papa Gregório XIII. No Brasil, entretanto, para centenas de famílias fim de ano remete a sofrimento. As enxurradas de dezembro e janeiro na região Sudeste invadem e destroem casas; matam e deixam milhares sem teto. Enquanto a maioria comemora e folga, uma pequena parte do Brasil chora. Rotina repetida todos os anos.
"Nesta época do ano, estamos constantemente lembrando sobre como dar presentes e vendo as pessoas correndo na tentativa de encontrar a coisa certa para os seus entes queridos. Mas eu estou pensando nos presentes intangíveis que também se pode receber no Natal e em momentos diferentes em nossas vidas.
Francisco Viana*
Comunicação é como um jogo de xadrez: é preciso prever as jogadas à frente, e muitas, antes de mexer as peças. É agindo assim que se evita conflitos, que se garante posições seguras para iniciativas estratégicas.
Fim de ano. Hora de se preparar para 2014. Não há um horizonte muito otimista para o próximo ano. Nem no Brasil, nem no mundo. Analistas concluem que a crise econômica irá persistir, o crescimento ainda será lento e as crises políticas e corporativas continuarão a tirar o sono dos governantes e CEOs.
A reputação tanto individual quanto corporativa sempre representou um ativo importante. Mas ela se transforma em capital decisivo na eventualidade de uma crise corporativa. Por que a reputação é o seu mais valioso ativo? No mundo conectado e online em que vivemos, com a rapidez do fluxo da informação, cresce a importância de proteger esse capital.
Jovens europeus na faixa de 18 a 28 anos, principalmente, dos países com crise econômica mais aguda, estão entregando os pontos. Perderam a batalha para a crise. Eles viveram numa sociedade considerada desenvolvida; concluíram o curso superior, escolhendo uma profissão. Muitos completaram o mestrado e o doutorado. Para nada.









