
Reflexões sobre a gestão da comunicação organizacional na sociedade de riscos
A “Organicom”, Revista Brasileira de Comunicação Organizacional e Relações Públicas, da Universidade de São Paulo (USP), publicou o dossiê “Risco e Crise: reflexões sobre a gestão da comunicação organizacional na sociedade de riscos”. São 13 capítulos com diferentes temas ligados à Gestão de Riscos, além de uma entrevista "Gestão da comunicação de crise na sociedade de riscos: desafios e perspectivas na visão de W. Timothy Coombs", um dos maiores especialistas em Gestão de crises, no mundo; professor e autor de livros clássicos sobre Crisis Management, com destaque para The Handbook of Crisis Communication, de 2010, com várias edições; e um dos pioneiros no estudo desse tema do ponto de vista teórico, principalmente da comunicação de crise. A entrevista foi feita pelo Professor doutor em Comunicação, da Universidade Federal de Santa Maria, Jones Machado.
Desculpas são poderosos instrumentos de gerenciamento de crises, mas cada vez com maior frequência estamos observando situações de ameaças à reputação que não combinam com aqueles que são fortemente criticados por exatamente dizerem "Me desculpe".
"Todos passeiam, vão aos teatros, divertem-se. Eu fico só, trabalhando. Não me queixo, nem maldigo a sorte. Sorrio apenas dos que supõem que este posto seja um gozo, e que eu esteja aqui para servir-me e não para servir." (Getúlio Vargas)*
“Quem foi Getúlio Vargas? Um político genial? Um oligarca com preocupações sociais? Um revolucionário que mudou o Brasil a ponto de a história brasileira dividir-se em antes e depois da sua revolução de 1930? Um ditador que governou com mão forte uma nação amordaçada durante os oito anos do Estado Novo? Um maquiavélico que soube flertar com o nazismo para melhor vender o seu apoio aos aliados americanos na Segunda Guerra Mundial?"
Em artigo no site Observatório da Imprensa, o jornalista Luciano Martins Costa aborda as manchetes dos últimos dias no país, fartas em temas que, invariavelmente, caem na palavra que parece ter entrado para o vocabulário não só da mídia, como também dos gestores atuais: crise. Ou pelo menos ameaça de crise.
Francisco Viana*
A verdade não pertence a um desejo. (Tzvetan Todorov)**
O que é o mídia training? Um treinamento para reduzir as possibilidades de surpresas em movimento de crises. Essa é uma ideia, das mais evidente, contida na realidade prática.
Um único tornado violento pode causar um prejuízo de até US$ 20 bilhões em danos à propriedade (além de inúmeros feridos e mortos) se atingir uma grande cidade, como o centro de Chicago. É uma especulação que pode soar como apocalíptica, mas que as seguradoras e órgãos de defesa dos Estados Unidos não descartam e analisam.
Francisco Viana*
A necessidade de ter razão marca uma inteligência grosseira. (Albert Camus)
A polêmica que hoje envolve a CPI da Petrobras, a própria Petrobras e a revista Veja, traz à luz uma velha questão: o que é o mídia training? Uma imagem, uma história milenar e um princípio essencial facilitam a resposta. A imagem é aquela de uma loja de ferramentas. Existem as ferramentas simples, do dia a dia, e existem as ferramentas complexas destinadas aos reparos de máquinas de fazer máquinas.









