
Reflexões sobre a gestão da comunicação organizacional na sociedade de riscos
A “Organicom”, Revista Brasileira de Comunicação Organizacional e Relações Públicas, da Universidade de São Paulo (USP), publicou o dossiê “Risco e Crise: reflexões sobre a gestão da comunicação organizacional na sociedade de riscos”. São 13 capítulos com diferentes temas ligados à Gestão de Riscos, além de uma entrevista "Gestão da comunicação de crise na sociedade de riscos: desafios e perspectivas na visão de W. Timothy Coombs", um dos maiores especialistas em Gestão de crises, no mundo; professor e autor de livros clássicos sobre Crisis Management, com destaque para The Handbook of Crisis Communication, de 2010, com várias edições; e um dos pioneiros no estudo desse tema do ponto de vista teórico, principalmente da comunicação de crise. A entrevista foi feita pelo Professor doutor em Comunicação, da Universidade Federal de Santa Maria, Jones Machado.
Francisco Viana*
As entrevistas da senadora Marta Suplicy anunciando, à mídia, sua saída do PT constituem grande equívoco de comunicação. A cruzada do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff, por outro lado, é um grande acerto. Por que?
Altos níveis de obesidade ameaçam vários países da Europa até o fim da década, com tendência de piora até 2030, segundo projeções da Organização Mundial da Saúde (OMS). Na Irlanda, com a maior ameaça, 91% dos homens estarão com sobrepeso em 2030 (hoje são 76%). Malta, Islândia, Espanha, Grécia, República Checa e Polônia também padecem da mesma ameaça, com índices previstos de sobrepeso que variam de 77% a 88% dos homens adultos para 2030.
“O principal risco financeiro para os EUA, hoje, é muito parecido com o que causou tantos problemas em 2007-2008: grandes bancos excessivamente endividados e muito pouco capital acionário em seus balanços. Regulamentações distintas em diferentes países no mundo, para não mencionar fiscalização adormecida, agravam essa vulnerabilidade estrutural. Já vimos esse filme e a coisa acabou mal. Da próxima vez poderá ser um show de horror ainda pior”.
A Petrobras conseguiu dar uma respirada, após meses na UTI. A divulgação do balanço, ontem, se dá algum fôlego à companhia, expõe uma das maiores crises e os prejuízos financeiros e reputacionais provocados pela incompetência, má gestão e irresponsabilidade administrativa na maior empresa brasileira por pessoas que deveriam estar lá para preservá-la, torná-la mais forte e mantê-la como uma das forças da economia brasileira.
O mundo assiste estarrecido há pelo menos um ano duas crises mundiais, sem que a ONU, a União Europeia e outros organismos internacionais consigam pelo menos amenizar, para não dizer resolver. Entre as várias crises que ocorrem hoje em muitos países, duas passaram a chamar mais a atenção.
Exatamente um ano depois de uma das maiores tragédias da Coreia do Sul em tempos de paz, a rotina dos barcos e navios que partem dos portos em direção a cidades e ilhas mudou completamente. Estivadores preparam um ferryboat para uma viagem de quatro horas e meia para Mokpo, no sudoeste do país, e fazem a checagem da carga nos porões do navio. Caminhões são amarrados no convés e a tripulação entregou às autoridades portuárias o atestado de peso da carga.









