O patético vazamento de uma ação de guerra dos Estados Unidos
O mundo se acostumou a encarar e respeitar os Estados Unidos como uma das maiores potências do mundo, não apenas pela força da economia, do empreendedorismo, da excelência de suas universidades, como principalmente pelo poderio bélico, historicamente presente em todos os grandes conflitos desde o início do século XX.
Ao mesmo tempo, os países do Ocidente, historicamente, aprenderam a admirar os líderes políticos e militares por trás desse poder. Desde os chamados "pais da república" americana, os "Founding Fathers", um grupo de figuras históricas que desempenhou um papel crucial na independência e na formação do país: George Washington, Thomas Jefferson, Benjamin Franklin, John Adams, e James Madison.
Leia mais...Polícia Federal faz buscas em residências de figuras que ontem participavam de reuniões para decidir o futuro do país.
Está muito difícil explicar para uma criança de 10 ou 12 anos o que acontece no país atualmente. Como ensinar cultura cívica, explicar como se constitui uma nação, definir os poderes que regulam a vida do cidadão quando todos os dias os brasileiros assistem a um verdadeiro festival de pessoas públicas intimadas, presas ou constrangidas por operações da Polícia Federal.
Arno Augustin, ex-secretário do Tesouro, ignorou alertas e criou rombo histórico nas contas públicas.
Desde 2013, técnicos do Tesouro Nacional alertaram o ex-Secretário Arno Augustin, assim como o ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, para os riscos que as chamadas “pedaladas” fiscais ofereciam para o equilíbrio das contas públicas. Um ano antes da eleição, técnicos elaboraram um diagnóstico de 97 páginas sobre a situação fiscal e econômica do país.
A Volkswagen culpou, nesta quinta-feira, a prejudicial crise das fraudes na emissão de gases tóxicos a uma "cadeia de erros", que começou com o incentivo da empresa à produção de motores diesel para os EUA, em 2005, e à "cultura de tolerância" para que houvesse quebra de regras que permitiram a fraude continuar por um década. A informação consta de artigo publicado nesta quinta-feira, no site do Wall Street Journal, após entrevista da diretoria na sede da empresa, na Alemanha.
O New York Times tomou uma atitude radical, diante de mais um atentado em massa nos Estados Unidos. Pela primeira vez, desde 1920, publica um editorial na capa. O editorial, intitulado "The epidemic Gun", defende o controle de armas nos EUA, um tema frequentemente motivo de debates acirrados no meio político e acadêmico do país, e bastante controverso, em meio a uma onda "epidêmica" ou forte aumento dos fuzilamentos em massa ao longo dos últimos anos.
Duas informações que passam ao largo no meio da overdose de crise que ocupa as páginas dos jornais e os programas de TV, rádio, redes sociais, nos últimos dias, mostram que o esquema montado para saquear a Petrobras pode ser muito maior do que até agora sabemos e foi divulgado.
A crise moral e ética dos costumes no país, emblemática com a prisão de empresários, políticos, lobistas e até um banqueiro chegou às escolas, às salas de aula. De certo modo, a recente pesquisa Data Folha, que aponta a corrupção como o maior problema do país, corrobora essa percepção.