
Maior crise corporativa do país completa sete anos
O rompimento da barragem da mineradora Vale, em Brumadinho, completou sete anos no último dia 25 de janeiro. É considerada a maior crise corporativa da história do país, não apenas pelo número de vítimas, 272 pessoas, como pelo impacto dos rejeitos despejados no meio ambiente da região. Dano esse irreparável e que irá perdurar por muitos anos. Aproveitando essa data, que deverá ser lembrada todos os anos, principalmente pelos parentes das vítimas, publicamos artigo do saudoso jornalista Francisco Viana, que em março de 2019, poucos dias após o rompimento, fez uma excelente reflexão sobre essa tragédia. Chico Viana faleceu sete meses após esse acidente, em 25 de agosto de 2019.
Jessica Behrens*
A poluição em Pequim está tão terrível que o nascer do sol teve de ser televisionado em um gigantesco telão de LED na Praça Tiananmen para que a população pudesse vê-lo. Aí está mais uma notícia absurda que vai para o rol dos acontecimentos bizarros! Digna de compartilhamento, capaz de provocar questionamentos éticos e filosóficos sobre o ser humano e o meio ambiente. Não hesitei e postei no Facebook.
Na Espanha, mais de cem espaços fecharam as portas desde 2009; no Reino Unido, foram 400 falências só em 2012
O jornal O Estado de S. Paulo publicou neste sábado, 1º de março, artigo do correspondente em Genebra, Jamil Chade, sobre a crise das livrarias da Europa. A internet e a situação econômica, em países que enfrentam a maior crise econômica dos últimos anos, estão fechando livrarias tradicionais. Barcelona, Londres, Lisboa, Roma e Paris, principalmente, são o palco dessa crise. Em Barcelona, livraria de 88 anos cedeu lugar à instalação de uma loja de uma cadeia de fast food.
Por Carlos Castilho, do Observatório da Imprensa.
O jornalismo está sendo colocado diante de um novo e pra lá de complexo dilema. Trata-se do delicado problema da gestão de reputações pessoais e institucionais na internet, uma área da comunicação pública que passou a ser considerada estratégica pelos principais organismos de segurança de nações, como os Estados Unidos, Canadá, Austrália, Nova Zelândia e Inglaterra.
A mídia, pautada por empresas com assessorias competentes, corre sempre o risco de escorregar. Vender como novidade fatos que já foram notícia. Em alguns casos, assume a versão da fonte, a ponto de tentar reinventar a roda. Na edição de sexta-feira, 21, reportagem do jornal Folha de S. Paulo, “Passageiros de mentirinha” fala sobre ação “inédita" em Guarulhos.
Imaginemos que existisse um ranking no Brasil das "mais odiadas empresas brasileiras”, analisadas sob os mais diferentes critérios: ética, atendimento, inovação, agilidade, preço, governança, produtos, desempenho financeiro e outros.
Quem estivesse nessa lista, certamente, teria um grande problema de imagem para resolver, estaria literalmente em crise.
O americano John Stanmeyer foi o vencedor do World Press Photo de 2014, com a fotografia dos imigrantes africanos com telefones estendidos para o céu na esperança de captar um último sinal de rede, durante a noite.









