
Maior crise corporativa do país completa sete anos
O rompimento da barragem da mineradora Vale, em Brumadinho, completou sete anos no último dia 25 de janeiro. É considerada a maior crise corporativa da história do país, não apenas pelo número de vítimas, 272 pessoas, como pelo impacto dos rejeitos despejados no meio ambiente da região. Dano esse irreparável e que irá perdurar por muitos anos. Aproveitando essa data, que deverá ser lembrada todos os anos, principalmente pelos parentes das vítimas, publicamos artigo do saudoso jornalista Francisco Viana, que em março de 2019, poucos dias após o rompimento, fez uma excelente reflexão sobre essa tragédia. Chico Viana faleceu sete meses após esse acidente, em 25 de agosto de 2019.
Em menos de um mês, a tese de que a maioria das crises provém de falhas de gestão teve muitos motivos para se confirmar. Uma olhada nas notícias mais recentes, envolvendo governos ou grandes empresas multinacionais, tanto aqui, quanto no exterior, parecem reafirmar esse princípio.
Apresentações em Powerpoint (PWP) podem ser um problema, desde que você não saiba como utilizá-lo corretamente. Fundos escuros, poluídos demais, textos longos e cansativos que mal dão para ler aborrecem plateias e complicam a apresentação. Parece simples, mas um excelente conteúdo pode ser desperdiçado pela apresentação ruim.
O IBGE divulgou levantamento preocupante. Apenas 6,2% das cidades brasileiras estão preparadas para enfrentar desastres naturais. Segundo o estudo, só 344 municípios do Brasil possuem algum planejamento para a redução de riscos. O Centro-Oeste foi a região com o menor número de cidades com planos definidos.
Uma central de dados, contendo detalhes pessoais de oito milhões de estudantes da Grã-Bretanha está sendo alimentada, sem os pais tomarem conhecimento, por uma rede de empresas contratadas pelo Governo Britânico. A revelação foi feita hoje (11) em reportagem de Jon Ungoed, no Sunday Times.
Depois da passagem do furacão Sandy que virou tempestade, nos EUA, muitos governantes tem se perguntado como evitar vítimas e estragos maiores nos desastres naturais. Ou como prevenir crises graves. Embora muitas delas sejam crises potenciais, até certo ponto previstas, não se sabe quando e nem as dimensões que irão tomar.
Passada uma semana da fase mais aguda do furacão Sandy, transformado em tempestade tropical, não são apenas os rescaldos materiais e o pranto aos mortos que restam. Vários artigos e estudos abordam agora como os EUA se prepararam para o desastre e as lições dessa crise para eventos naturais semelhantes em outras regiões.









