
Uma guerra por impulso, sem aposta para acabar
Parte do mundo acordou na manhã de sábado, 28 de fevereiro, com as manchetes internacionais anunciando que os Estados Unidos, junto com Israel, haviam iniciado bombardeios ao Irã. Várias incursões foram realizadas contra a capital Teerã e cidades do interior, nas primeiras horas. A primeira coisa que a maioria da população se perguntou é se o Irã havia atacado um desses países. Não. Na início da noite em Washington; 8 horas da manhã em Tel Aviv e 10 horas em Teerã, os EUA, junto com Israel, iniciaram o bombardeio sobre a capital e algumas cidades do interior do Irã.
Apesar de uma história pautada por inúmeras crises, a Igreja Católica mostra força. A chegada do Papa Francisco ao Brasil é uma demonstração de como poucas religiões no mundo podem galvanizar multidões em torno de um líder, como o Catolicismo.
As cenas de selvageria, para dizer o menos, que assistimos pela televisão protagonizadas por uma horda de bárbaros destruindo prédios, instalações públicas, empresas privadas e fazendo saques a lojas no Rio de Janeiro não apenas causam revolta. Elas demonstram a que ponto chegou a ineficiência do poder público para debelar uma crise, ante os pruridos do “politicamente correto” e do “vamos esperar para ver como fica”.
O colunista Janio de Freitas, da Folha de S. Paulo – que ninguém pode acusar de parcial ou de simpatias com este ou aquele governo ou partido - criticou, hoje (18), sem meias palavras a comunicação do governo Dilma Roussef, na coluna diária que mantém no jornal.
Há três anos, a gigante britânica BP – British Petroleum vivia um inferno nos Estados Unidos. Ela estava há três meses tentando estancar o maior vazamento de petróleo da história dos Estados Unidos, no Golfo do México. Não há paralelo na indústria petrolífera, em nenhum lugar do planeta, para um desastre daquela dimensão.
Uma ação burocrática quase vira escândalo, porque governo, mídia e oposição não souberam administrá-la.
Quase tudo que foi contado sobre o escândalo, envolvendo o governo Obama com o IRS (a Receita americana) na mídia, estava errado. Mas a imprensa dos EUA e internacional ignorou.
O Blog americano Huffington Post revelou hoje que a gigante das telecomunicações AT&T americana, silenciosamente, atualizou sua política de privacidade com uma mudança controversa: a empresa iria começar a vender as informações dos clientes para empresas do comércio e outros segmentos.









