
Bar onde incêndio matou 40 jovens na Suíça não era inspecionado há cinco anos
Em 27 de janeiro de 2013, o Brasil foi acordado por uma das maiores tragédias do país, com o incêndio da Boate Kiss, em Santa Maria, RS, que matou 242 jovens. Ali foi exposto, em toda sua dimensão, um dos maiores crimes cometidos no país pela irresponsabilidade, omissão e despreparo dos donos da boate, do conjunto musical Gurizada Fandangueira, que provocou o incêndio, e, por que não, das autoridades e vários órgãos públicos que deviam ter fiscalizado e autuado aquela verdadeira arapuca que ceifou a vida de tantos jovens.
A Secretaria da Receita Federal, uma das repartições mais respeitadas do serviço público, nos últimos tempos tem arranhado a boa reputação com crises bizarras. São atos de gestão, responsáveis por crises, que poderiam ser resolvidas rapidamente, se houvesse disposição de esclarecer e punir os culpados.
Uma semana depois de uma das plataformas da BP, no Golfo do México, começar a vazar petróleo no mar, o CEO da empresa, Tony Hayward, visitou o escritório da Reuters, em Londres. Relato do jornalista Tom Bergin, publicado no site da agência de notícias no fim de junho, expõe as falhas de relações públicas da BP na condução do maior acidente ecológico dos EUA.
A mídia impressa está em crise. E o jornalismo brasileiro está de luto. Os controladores do Jornal do Brasil anunciaram esta semana o encerramento da edição impressa do jornal.
Não é de hoje que as grandes corporações se veem às voltas com erros, escorregadas e até crimes de executivos e funcionários. Todo dia acontece. Assim também sucede com clubes de futebol, igrejas, partidos políticos, enfim, com todas as instituições.
A forma como uma organização se prepara para enfrentar eventuais crises é decisiva para definir se a empresa sairá ou não chamuscada de acontecimentos negativos, que ameacem sua reputação. Mas existe algum roteiro básico com práticas para as instituições se prepararem para crises? Ensaio sobre o tema, de autoria do Consultor americano de crises Jonathan Bernstein, pode ser encontrado no site Mission Mode.
Declarações bombásticas, publicadas pela revista Rolling Stone, do general Stanley McChrystal, comandante das forças americanas no Afeganistão, acabou causando sua demissão. A rápida decisão do presidente Obama de demitir o general mostrou a reação do governo dos EUA a uma demonstração de indisciplina de um comandado. Por isso Obama agiu rápido, como recomenda o mandamento básico para evitar uma crise.









