
Fórum Mundial alerta para ameaças cibernéticas em 2026
O Fórum Econômico Mundial, realizado em janeiro último em Davos, Suíça, entre inúmeras discussões sobre os cenários econômicos dos próximos anos, lançou um alerta de crises muito enfático: as ameaças cibernéticas não apenas aumentaram como estão cada vez mais sofisticadas. E adverte “para uma crescente desigualdade cibernética”. O Relatório do Fórum, divulgado em fevereiro, traz um denso artigo sobre o tema, que está sempre presente em qualquer das edições do fórum, variando apenas sobre o grau de probabilidade de ocorrências desse tipo de crise.
Personalidades famosas ou autoridades eventualmente podem ser vítimas de calúnias ou de matérias negativas que, mesmo verdadeiras, não fazem bem para a reputação. Mas isso já não é um problema.
Denúncias de proprietários de que falhas no dispositivo de rebatimento do banco traseiro do automóvel Fox, fabricado pela Volkswagen, podem acarretar acidentes, mutilando dedos acabaram no Jornal Nacional. O assunto surgiu esta semana em alguns jornais e blogs e acabou levando a multinacional a se pronunciar sobre os incidentes. Numa infeliz intervenção, acabou atribuindo aos motoristas a culpa pelos acidentes.
Duas boas notícias para a mídia brasileira. A circulação dos 92 jornais filiados ao Instituto Verificador de Circulação (IVC) cresceu 11,8% em 2007, em relação ao ano anterior, segundo dados do IVC. Em dezembro, foram 4,143 milhões de exemplares distribuídos em média diariamente.
A divulgação na semana passada de que o desmatamento na Amazônia aumentou no último trimestre acendeu uma luz amarela nos gabinetes dos ministérios de Brasília. Ninguém quis assumir a culpa sozinho e até o presidente da república colocou em dúvida os dados divulgados oficialmente pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais e pela ONG Imazon, corroborados pelo Ministério do Meio Ambiente.
O Brasil continua um eterno desconhecido para a mídia americana. Essa é a percepção de quem se desse ao trabalho de acompanhar notícias em canais de TV ou emissoras de rádio do sul dos EUA, durante pelo menos 15 dias, entre o fim do ano passado e o início de 2008.
Pode ter passado despercebido. Mas nove anos depois do grave erro do Laboratório Schering, quando dezenas de mulheres engravidaram por erro na fabricação de pílulas, a Schering foi condenada pelo STJ-Superior Tribunal de Justiça a pagar indenização coletiva de R$ 1 milhão por danos morais, resultado de ação movida pelo Estado de S. Paulo e Procon, em benefício das mulheres que engravidaram com o anticoncepcional Microvlar, sem princípio ativo, em 1998.









