
Maior crise corporativa do país completa sete anos
O rompimento da barragem da mineradora Vale, em Brumadinho, completou sete anos no último dia 25 de janeiro. É considerada a maior crise corporativa da história do país, não apenas pelo número de vítimas, 272 pessoas, como pelo impacto dos rejeitos despejados no meio ambiente da região. Dano esse irreparável e que irá perdurar por muitos anos. Aproveitando essa data, que deverá ser lembrada todos os anos, principalmente pelos parentes das vítimas, publicamos artigo do saudoso jornalista Francisco Viana, que em março de 2019, poucos dias após o rompimento, fez uma excelente reflexão sobre essa tragédia. Chico Viana faleceu sete meses após esse acidente, em 25 de agosto de 2019.
Para o presidente da British Airways, Martin Broughton, as inspeções de segurança nos aeroportos da Inglaterra são completamente redundantes. Os passageiros são obrigados desnecessariamente a tirar os sapatos e laptops da bagagem, numa verificação sem sentido, disse.
Uma boa gestão recomenda a elaboração de planos de comunicação de crise como um dos pilares para instituir uma política de prevenção de crises na organização. Diferentes cenários de possíveis crises podem ser imaginados e, com base no plano de contingência, fazer parte do treinamento de prevenção. Mas as organizações e governos, ainda assim, poderão ser surpreendidos por situações insólitas, que nem o mais criativo especialista poderia imaginar.
Entre as premissas básicas da gestão de crises, sobressai o papel do líder, aquela figura que comanda as principais ações nos momentos conturbados da instituição. Não há como administrar bem as crises sem um líder. E não precisa, necessariamente, ser o principal executivo da empresa.
Numa época em que a reputação pode ir para o brejo em questão de minutos, celebridades, políticos e executivos estão cada vez mais preocupados em se apresentar bem na mídia. Alguns, mais corajosos, mas sem treinamento, enfrentam câmeras, jornalistas e coletivas no peito e na raça. Pagam para ver e se dão mal.
O caos aéreo gerado pela Gol nos últimos dias de férias dos brasileiros evidencia mais uma vez o descaso das empresas concessionárias e da administração do setor aéreo brasileiro. A Gol é apenas a ponta do iceberg de uma crise que não começou hoje.
Na semana passada, um executivo tão acostumado ao incenso, pelo sucesso dos produtos que cria, teve seu momento de fraqueza. Steve Jobs, o poderoso dono da Apple, uma das empresas de tecnologia mais badaladas do mundo, enfrentou uma platéia hostil para explicar os problemas que afetam o não menos badalado iPhone 4.









