
Maior crise corporativa do país completa sete anos
O rompimento da barragem da mineradora Vale, em Brumadinho, completou sete anos no último dia 25 de janeiro. É considerada a maior crise corporativa da história do país, não apenas pelo número de vítimas, 272 pessoas, como pelo impacto dos rejeitos despejados no meio ambiente da região. Dano esse irreparável e que irá perdurar por muitos anos. Aproveitando essa data, que deverá ser lembrada todos os anos, principalmente pelos parentes das vítimas, publicamos artigo do saudoso jornalista Francisco Viana, que em março de 2019, poucos dias após o rompimento, fez uma excelente reflexão sobre essa tragédia. Chico Viana faleceu sete meses após esse acidente, em 25 de agosto de 2019.
A gestão de crises não termina quando uma organização consegue administrar e superar os problemas que desencadearam a crise. Para alguns pode parecer estranho, mas as crises apresentam grandes oportunidades para crescer e aprender. Apesar de ameaça e de ruptura na normalidade, as crises realmente desafiam a criatividade e a capacidade de superação das pessoas e organizações.
Quando se fala na agonia dos jornais impressos, os especialistas apontam a facilidade das edições online e o hábito de leitura das novas gerações como culpados. O número de leitores estaria caindo, porque se preferiria as versões digitais, mais práticas e mais baratas, ou porque as novas gerações não seguiram o hábito de seus pais e avós.
Qual o presente de Natal mais badalado neste fim de ano nos Estados Unidos? E o sonho de consumo de nove entre dez turistas que visitam o território americano? A maioria talvez apontasse o iPad da Apple, realmente um dos gadgets mais desejados pelos fãs das novas tecnologias. Mas não é. Pelo preço e a popularidade, numa sociedade que consome bilhões de livros por ano, pesquisa apontou o e-book – o livro eletrônico, verdadeira biblioteca ambulante - como a vedete deste Natal.
Uma entrevista errada, inoportuna ou ruim pode causar um pesadelo de gestão de crises para a organização. Más entrevistas podem ser responsáveis por acender o estopim de inúmeras crises. Algumas palavras equivocadas, que em alguns casos teriam passadas despercebidas, de repente podem criar um conflito ou gerar reações inesperadas para a instituição ou o entrevistado.









