O patético vazamento de uma ação de guerra dos Estados Unidos
O mundo se acostumou a encarar e respeitar os Estados Unidos como uma das maiores potências do mundo, não apenas pela força da economia, do empreendedorismo, da excelência de suas universidades, como principalmente pelo poderio bélico, historicamente presente em todos os grandes conflitos desde o início do século XX.
Ao mesmo tempo, os países do Ocidente, historicamente, aprenderam a admirar os líderes políticos e militares por trás desse poder. Desde os chamados "pais da república" americana, os "Founding Fathers", um grupo de figuras históricas que desempenhou um papel crucial na independência e na formação do país: George Washington, Thomas Jefferson, Benjamin Franklin, John Adams, e James Madison.
Leia mais...Dez anos depois do maior atentado terrorista da história, que derrubou as torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York, convém analisar a tragédia sob uma outra ótica. Como os americanos conduziram essa tragédia, sob os preceitos da gestão de crises?
Um país sempre preparado para a guerra, para o confronto, aparelhado desde os tempos da Guerra Fria para reagir a qualquer ataque dos inimigos do Oriente. Assim eram os Estados Unidos até 11 de setembro de 2001.
Não há dúvida. A internet chegou e facilitou muito nossa vida. Se, por um lado, propicia conforto e praticidade na rotina diária, por outro, o ambiente virtual virou um território sem lei para a atuação das quadrilhas especializadas em dar golpes nos usuários.
Após três anos de discussões jurídicas, finalmente a Shell aceitou na semana passada a responsabilidade pelo grave vazamento de petróleo, ocorrido em 2008, que atingiu mananciais de água, no Delta do Níger, na Nigéria. Antes tarde, do que nunca.
João José Forni
Jovens de todo o mundo transformam 2011 no ano dos protestos. A impressionante quantidade de manifestações de rua, em apenas oito meses, não tem limites, nacionalidade, nem possui uma única bandeira e afronta governos ditatoriais e democracias.
Quando tudo corre bem na organização, a comunicação flui sem problemas. Mas comunicação de crise é diferente. Por mais preparados que estejam os executivos e o staff de comunicação, nessa hora muita gente bate cabeça. A maioria das organizações entra num território desconhecido quando deve administrar a comunicação numa crise.
*João José Forni
O Brasil se prepara para organizar a Copa de 2014 com fama de “país do futebol”, celeiro de craques, da camisa mais conhecida no cenário internacional. Junte-se a isso, belezas naturais, principalmente praias, sonho de consumo de americanos e europeus, sedentos de sol. Tudo para dar certo.