
Uma guerra por impulso, sem aposta para acabar
Parte do mundo acordou na manhã de sábado, 28 de fevereiro, com as manchetes internacionais anunciando que os Estados Unidos, junto com Israel, haviam iniciado bombardeios ao Irã. Várias incursões foram realizadas contra a capital Teerã e cidades do interior, nas primeiras horas. A primeira coisa que a maioria da população se perguntou é se o Irã havia atacado um desses países. Não. Na início da noite em Washington; 8 horas da manhã em Tel Aviv e 10 horas em Teerã, os EUA, junto com Israel, iniciaram o bombardeio sobre a capital e algumas cidades do interior do Irã.
A triste saga do mês de janeiro, principalmente para os habitantes do Rio de Janeiro, se repete. Apesar dos discursos inflamados, promessas de campanha e a sistemática repetição dos deslizamentos nas encostas das cidades litorâneas do Brasil, nenhuma providência é tomada, durante o ano, para evitá-la.
Relatório final da Comissão do governo americano, divulgado nesta quarta-feira (5), para apurar as responsabilidades pelo vazamento de petróleo no Golfo do México, culpou as empresas British Petroleum, a proprietária da plataforma Transocean e a contratada Halliburton por “conduta imprópria e omissão”. O relatório diz que os erros provocaram “falhas sistêmicas” e podem acontecer novamente.
Fim de ano é sempre oportunidade para retrospectiva dos principais acontecimentos marcantes do ano que terminou. Vale desde micos proporcionados por celebridades, até necrológio dos mortos famosos e as tragédias marcantes do ano. No âmbito da gestão de crises, relacionamos os principais eventos internacionais e brasileiros de 2010.
A chegada de um novo ano é sempre expectativa de mudanças, de um mundo melhor. Sob todos os aspectos, o ano que passou para muitas pessoas foi um período para não esquecer. Principalmente para a pobre população do Haiti, vítima da maior tragédia natural de sua história. No Brasil, moradores das encostas de Angra dos Reis, Niteroi, de cidades de Alagoas, Pernambuco, Minas Gerais e Espírito Santo também sofreram desastres que marcaram para sempre suas vidas.
Depois de uma retrospectiva das grandes crises que povoaram a mídia internacional em 2010, como as da Toyota, Igreja Católica, British Petroleum, a epopeia dos mineiros chilenos, além da quebra das economias da Grécia e Irlanda, convém dar uma olhada no Brasil.
O ano de 2010 se despede com más lembranças para grandes corporações e alguns países. Além de ameaçar as economias da Grécia, Irlanda, Espanha e Portugal, grandes multinacionais se viram envolvidas em crises graves, que arranharam a reputação dessas empresas. Sem falar na crise da Igreja Católica, que ocupou as manchetes durante três meses do ano.









