
Quando o país naturaliza a morte, a crise já aconteceu
Armando Medeiros de Faria*
O Brasil convive diariamente com números que deveriam nos chocar. Mortes no trânsito, acidentes de trabalho, enchentes, deslizamentos, rompimentos de barragens, assassinatos. São dados que se acumulam em relatórios oficiais, manchetes de jornal e estatísticas públicas — e que, paradoxalmente, deixam de produzir espanto.
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Governo americano, escolas e empresas de comunicação estão tentando assimilar ainda todos os desdobramentos da tragédia que abalou os Estados Unidos, principalmente o ambiente escolar, na última sexta-feira, na pequena cidade de Newtown. Talvez eles não acreditem que gastem tanto dinheiro em guerras no exterior, e continuam incapazes de conter os "terroristas" domésticos.
Por mais que aconteça, é chocante. Menos de cinco meses do último atentado de um maníaco, os americanos choram novamente uma tragédia envolvendo inocentes. Psicopata armado invade uma escola primária em Newtown, Connecticut, a 96 km de Nova York, e mata 20 crianças e seis adultos. Uma tragédia anunciada, dado o histórico dos Estados Unidos.
“Queridos amigos, é com alegria que entro em contato convosco via Twitter. Obrigada pela resposta generosa. De coração vos abençoo a todos”. Nesta quarta-feira (12/12/12), uma data cabalística, Bento XVI publicou a primeira mensagem no Twitter.
Esta semana dois acontecimentos colocaram a ética jornalística sob escrutínio. No dois casos, o desenlace foi a morte. Um no metrô de Nova York. O outro acontecimento, num hospital de Londres, onde a princesa Kate estava internada. Nos dois fatos jornalísticos, pergunta-se até que ponto o furo de reportagem justificaria atitudes dos repórteres que podem ser questionadas, sob o ponto de vista da ética jornalística e do respeito à vida e à intimidade das pessoas.
O Facebook lidera entre as redes mais visitadas via computador, nos Estados Unidos, com 152,2 milhões de visitantes únicos, seguido do Blogger (58,5 milhões) e Twitter (37 milhões). Os dados são do relatório Nielsen, State of the Media: The Social Media Report 2012, publicado ontem.
Carlos Chaparro
“Sobre o notável jornalista Joelmir Beting, e em respeito à sua memória, não se derramarão frases fúnebres do tipo “com a sua morte, o jornalismo ficou mais pobre”. Porque, bem ao contrário, a vida e a obra de Joelmir Beting enriqueceram extraordinariamente o jornalismo brasileiro – com valores e saberes que as gerações herdeiras têm a obrigação de multiplicar.
Joelmir Beting faleceu na madrugada de 29 de novembro. Serenamente, como cristão convicto, segundo seu filho Mauro, em relatos e depoimentos também lucidamente serenos.









