
Bar onde incêndio matou 40 jovens na Suíça não era inspecionado há cinco anos
Em 27 de janeiro de 2013, o Brasil foi acordado por uma das maiores tragédias do país, com o incêndio da Boate Kiss, em Santa Maria (RS), que matou 242 jovens. Ali se consumou, certamente, um dos maiores crimes cometidos no país pela irresponsabilidade e erros primários dos donos da boate e do conjunto musical Gurizada Fandangueira, que provocou o incêndio. Mas também pela omissão das autoridades e de vários órgãos públicos, incluindo prefeitura e bombeiros, que deviam ter fiscalizado, autuado e fechado aquela boate por funcionar sem as mínimas condições de segurança.
Se a chegada do WikiLeaks, praticamente acabou com os segredos dos governos, prepare-se. A privacidade pessoal também está sob séria ameaça, se é que ainda existe. Uma empresa privada ofereceu os dados de 27 milhões de usuários de telefones celulares para venda à polícia metropolitana de Londres, o que lhes permitiria acompanhar todos os movimentos dos usuários, segundo denúncia publicada no The Sunday Times, deste domingo.
O Ministério Público do RS autorizou a prisão de oito pessoas que faziam parte de um esquema de adulteração de leite no estado. Eles pertenciam a transportadoras que adulteravam o leite com água, uréia e formol, para aumentar a quantidade, distribuído a empresas de laticínios da região.
Uma licitação rotineira. Que poderia ter passada despercebida pela mídia e até mesmo pelo governo do Distrito Federal. Não importa mais saber como uma licitação de capas de chuva, para a polícia militar do DF utilizar no dia a dia, foi parar no guarda-chuva da Copa do Mundo.
A reputação da tradicional rede de comunicação britânica BBC está definitivamente arranhada. O bullying na BBC é uma prática "sistêmica" e "institucional", de acordo com dirigentes sindicais. Eles descreveram os testemunhos de tratamento injusto sofrido por alguns membros da equipe da Rede como "de chorar".
Compromisso social, romper paradigmas, buscando um novo protocolo nas relações com clientes, empregados, acionistas e sociedade, diante da nova realidade das mídias sociais; estratégia de negócios integrada à da comunicação; inovação, o que significa ruptura com a burocracia, o conservadorismo para gerar um ciclo virtuoso de criatividade; foco mais nas pessoas e menos na parafernália tecnológica. Estes pressupostos emergiram do Congresso Mega Brasil de Comunicação 2013 , realizado em S. Paulo na semana passada.
Um dos temas pouco discutidos quando se fala em gestão de crises é o da importância da liderança. Fala-se muito em estratégias, prevenção, ações de contenção, mas o papel do líder quase não aparece. Afinal, dá para gerenciar uma crise isolado?
No site Steelhenge Crisis Thinking, a consultora Katie Collison, alerta para um outro fator ligado à liderança. Quando a crise chega, diz ela, “há aqueles cuja reação imediata é querer ficar sozinhos e lutar por seus próprios meios. No entanto, as respostas a crises mais bem sucedidas são aquelas realizadas por uma equipe pré-estabelecida e bem treinada em gestão de crises, não um ou dois indivíduos.”









