
Reflexões sobre a gestão da comunicação organizacional na sociedade de riscos
A “Organicom”, Revista Brasileira de Comunicação Organizacional e Relações Públicas, da Universidade de São Paulo (USP), publicou o dossiê “Risco e Crise: reflexões sobre a gestão da comunicação organizacional na sociedade de riscos”. São 13 capítulos com diferentes temas ligados à Gestão de Riscos, além de uma entrevista "Gestão da comunicação de crise na sociedade de riscos: desafios e perspectivas na visão de W. Timothy Coombs", um dos maiores especialistas em Gestão de crises, no mundo; professor e autor de livros clássicos sobre Crisis Management, com destaque para The Handbook of Crisis Communication, de 2010, com várias edições; e um dos pioneiros no estudo desse tema do ponto de vista teórico, principalmente da comunicação de crise. A entrevista foi feita pelo Professor doutor em Comunicação, da Universidade Federal de Santa Maria, Jones Machado.
A confirmação da condenação do ex-presidente Lula, dia 24, pelo Tribunal Regional Federal da 4ª região-TRF-4 não significou apenas a primeira sentença condenatória de um presidente da República na história do País, mas também um bom “case” de gestão de crise. A decisão da Justiça é sinal de crise não apenas para a figura pública de Lula, como também para a imagem do país, para o PT, para o processo eleitoral.
Nesta terça-feira, 23, os principais executivos das maiores empresas públicas e privadas do planeta, incluindo as 500 maiores empresas com ações nas bolsas americanas, receberam uma carta de um dos investidores mais influentes do mundo. E o que ele diz é provável que cause uma tempestade nos escritórios das grandes empresas por todos os quadrantes e provoque um debate sobre a responsabilidade social que se estende de Wall Street à City de Londres.
“Quando o motorista de caminhão Chris Gromek quer saber o que realmente está acontecendo em Washington, ele acompanha pela Internet e pelo rádio via satélite. Ele já não alterna os canais de TV, porque redes como Fox News e MSNBC entregam histórias conflitantes contaminadas pela política, diz ele. "Onde está a verdade?" pergunta o morador da Carolina do Norte, de 47 anos.”
Se no exterior, tivemos o ano dos atentados e dos desastres naturais, como marca das crises, no Brasil continuamos com três grandes crises que desde 2015 marcam o País: política, econômica e ética. Esta, representada pelos políticos, lobistas e executivos que, apesar da Lava Jato, continuaram saqueando o Brasil e as empresas do governo. É como uma praga, não há inseticida que extermine essa peste que impregna todos os escalões da política e da gestão do País.
2017 acabou. E não deixa saudades. Começou com um primeiro choque, simbolizado na posse do presidente mais controverso da história americana. O mundo enfrentou uma onda de atentados, sem preferência pelos alvos, dos países desenvolvidos aos mais atrasados. Da Europa à África. Desastres naturais cada vez mais intensos e caros; crises políticas, como na Turquia, Venezuela e Espanha; e a triste saga da migração de refugiados. Foram as áreas onde sobressaíram as crises do mundo no ano que passou.
O ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, aproveitou uma entrevista à BBC Radio 4’s Today, concedida ao Príncipe Harry, para advertir contra o uso irresponsável das mídias sociais e, de forma indireta, dar um puxão de orelhas no presidente Donald Trump, que faz das redes sua principal tribuna no cargo. A entrevista foi gravada em setembro, em Toronto, no Canadá, e divulgada nesta quarta-feira (27).









