
O homem que sabia e não conseguiu impedir o atentado do 11 de setembro de 2001
25 anos do atentado do 11 de setembro. Uma data que ficou marcada na história como um marco, ainda que trágico, do verdadeiro início do século XXI. A cada ano da tragédia, uma história que continua sendo contada e não acaba. Por que a nação mais armada do mundo não conseguiu impedir um atentado no coração do país, como um desafio ao poderoso sistema de defesa americano?
Artigos, documentários, filmes tentam contar a história, a cada ano com novas informações, que surpreendem pela forma como tudo aconteceu. Onde a segurança do país falhou em permitir que quatro aviões fossem sequestrados, por terroristas da Al-Qaeda, e se tornassem verdadeiros mísseis, atacando edifícios públicos, dentro do território americano e causando 2.977 mortes. Socorristas e sobreviventes faleceram nos anos seguintes em decorrência de cânceres e doenças pulmonares causados pela poeira tóxica dos escombros, superando em muito o número de mortes registradas no próprio dia do ataque.
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Um estudo corrobora a antiga crença de que um sentimento de comiseração (mais do que compaixão), com as partes ofendidas numa crise, desempenha papel fundamental na restauração da reputação de uma marca.
Não há como evitar. Pauta obrigatória de eventos de comunicação, ou mesmo das conversas entre especialistas e interessados no tema, as mídias sociais viraram a questão do momento para a área de comunicação das empresas. Não apenas por estar na moda. Mas porque representam um risco potencial de crises para a marca.
Londres, uma metrópole com mais de 10 milhões de pessoas, registrou, no ano fiscal março 2011 a abril 2012, apenas 103 assassinatos, o menor índice em 43 anos, segundo relatório da Polícia Metropolitana divulgado neste sábado.
Multidão de jovens na Espanha foi às ruas na semana passada, em adesão à greve geral que parou o país. O que deu errado numa sociedade baseada na política do bem-estar social e sonho de imigrantes, principalmente da América Latina, há bem pouco tempo?
Há um provérbio italiano que diz: La parola è d'argento, il silenzio è d'oro. Francis Maude, chefe de gabinete do primeiro-ministro britânico, David Cameron, não deve conhecê-lo. Porque esta semana falou demais e gerou uma crise sem precedentes para o governo do Reino Unido.

Se você fosse instalar um grande negócio, em escala mundial, disposto a apostar num mercado emergente, que metrópole escolheria? São Paulo, Tel Aviv (Israel), Kuala Lumpur (Malásia) ou Warsaw (Polônia)? Quem sabe, Buenos Aires?









