
O homem que sabia e não conseguiu impedir o atentado do 11 de setembro de 2001
25 anos do atentado do 11 de setembro. Uma data que ficou marcada na história como um marco, ainda que trágico, do verdadeiro início do século XXI. A cada ano da tragédia, uma história que continua sendo contada e não acaba. Por que a nação mais armada do mundo não conseguiu impedir um atentado no coração do país, como um desafio ao poderoso sistema de defesa americano?
Artigos, documentários, filmes tentam contar a história, a cada ano com novas informações, que surpreendem pela forma como tudo aconteceu. Onde a segurança do país falhou em permitir que quatro aviões fossem sequestrados, por terroristas da Al-Qaeda, e se tornassem verdadeiros mísseis, atacando edifícios públicos, dentro do território americano e causando 2.977 mortes. Socorristas e sobreviventes faleceram nos anos seguintes em decorrência de cânceres e doenças pulmonares causados pela poeira tóxica dos escombros, superando em muito o número de mortes registradas no próprio dia do ataque.
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No momento em que as organizações se preocupam com ameaças de cibersegurança vindas de hackers, criminosos, concorrentes e governos estrangeiros, muitas empresas não conseguem reconhecer devidamente o risco operacional e de reputação por violações de segurança que ocorrem internamente, por pessoas ligadas à empresa.
Os jornais The New York Times e The Guardian, junto com grupos de mídia europeus iniciaram uma experiência denominada “Instante Articles” de compartilhamento de alguns conteúdos no Facebook. É o primeiro “casamento” formalizado da mídia tradicional com as redes sociais.
Na semana passada, houve um novo vazamento de petróleo nos Estados Unidos. Um oleoduto explodiu na costa do Pacífico, em Santa Barbara, California, resultando em cerca de 15 milhões de litros de petróleo vazados no mar. O óleo se espalhou por nove milhas de costa. Não comunicar nesses momentos é uma estratégia errada, porque não existe hoje nenhum acidente desse tipo, não importa a dimensão, sem um exigente e vigilante escrutínio público.
David Letterman, o lendário entrevistador da NBC e CBS, fez nesta quarta-feira, 20, o último programa Late Show, audiência obrigatória dos americanos, pelo menos nos últimos 30 anos.
Ele virou uma lenda do jornalismo televisivo, onde fez cerca de 6 mil talk-shows em 33 anos, 11 na Rede NBC e 22 na CBS. Foi inspirador da maioria dos apresentadores que fazem talk-show no mundo, inclusive no Brasil. Aqui, os últimos programas serão apresentados pela Record News, nesta 5a e 6a. feira, às 22 horas.
"Discriminados na terra de onde vêm, abandonados, vítimas de um “jogo do empurra” entre países da região, milhares de refugiados e imigrantes estão à deriva no sudeste asiático, em barcos que são verdadeiras prisões flutuantes”. (Publico, Lisboa)
Francisco Viana*
As entrevistas da senadora Marta Suplicy anunciando, à mídia, sua saída do PT constituem grande equívoco de comunicação. A cruzada do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff, por outro lado, é um grande acerto. Por que?









