
New York Times 175 anos: Como se tornar referência em jornalismo, passando por três séculos
Nesta sexta-feira, 18 de setembro, o *The New York Times*, o principal jornal dos Estados Unidos, considerado também como um das maiores e mais qualificadas publicações diárias do mundo, completou 175 anos. Parece fácil registrar o aniversário de uma publicação diária que consegue se fazer presente, ininterruptamente, em três séculos. E se olharmos para trás, para a história do mundo desde 1851, fica ainda mais difícil imaginar como foi possível manter uma marca, mas acima de tudo uma coerência editorial, passando por tantos períodos conturbados da história dos Estados Unidos e do mundo. Isso também tem muito a ver com a história americana, com um cenário político de democracia, apesar das várias crises internas. Um país que conseguiu sobreviver sem rupturas, a um terrível conflito, a Guerra de Secessão*, e sair ainda mais fortalecido, sem rupturas territoriais e políticas.
A importância e o papel do líder nas crises: um tema sobre o qual temos insistido em conferências, cursos e artigos. Uma crise inesperada ou que representa séria ameaça ao negócio é o maior desafio de um CEO.
Rebekah Brooks, a poderosa ex-editora do finado News of the World e do tabloide The Sun e confidente de Rupert Murdoch, comparece nesta quarta-feira (13) à Corte de Londres, acusada de conspiração para obstruir a Justiça, um dos crimes mais graves no Reino Unido. Ela foi considerada uma das mulheres mais poderosas da Grã-Bretanha pela força do grupo de mídia e a proximidade do poder.
Os especialistas em Gestão de Crises cada vez mais estão preocupados com os estragos que as redes sociais trazem para a reputação das empresas. E não se trata de ataques de tenebrosos hackers, da pressão dos concorrentes, nem de inimigos que violam senhas ou códigos de segurança.
Pensar nas pessoas como clientes e não como consumidores. Criar experiências com o cliente que sejam consistentes através do tempo. Executivos e comunicadores, com a cabeça ainda no século XX, conseguem se comunicar com as pessoas do século XXI? Como administrar as redes sociais, blogs e a notícia online?
“A pobreza tem a cara de uma criança”, disse a diretora da Unicef Espanha, Paloma Escudero, na apresentação do relatório “O impacto da crise nas crianças”, na semana passada. Isso porque, somente na Espanha, 26% (2,2 milhões) de menores de 18 anos viviam em lugares com risco de pobreza em 2010. Os dados de 2011 não saíram, mas já se sabe que serão piores.
A Apple é a marca mais valiosa do mundo, conforme o ranking da WPP’s Millward Brown, publicado hoje. Nesse ranking, quatro das cinco marcas de maior valor e sete das Top 10 são de empresas de tecnologia. É o segundo ano em que a Apple desbancou o Google como a marca mais valiosa.









