
Fórum Mundial alerta para ameaças cibernéticas em 2026
O Fórum Econômico Mundial, realizado em janeiro último em Davos, Suíça, entre inúmeras discussões sobre os cenários econômicos dos próximos anos, lançou um alerta de crises muito enfático: as ameaças cibernéticas não apenas aumentaram como estão cada vez mais sofisticadas. E adverte “para uma crescente desigualdade cibernética”. O Relatório do Fórum, divulgado em fevereiro, traz um denso artigo sobre o tema, que está sempre presente em qualquer das edições do fórum, variando apenas sobre o grau de probabilidade de ocorrências desse tipo de crise.
A crise que assola o governo do Distrito Federal é apenas a face mais visível do que acontece de modo geral em todo o Brasil. Infelizmente, não é a exceção. O rol das denúncias de corrupção no país, envolvendo governantes e políticos, do Amazonas ao Rio G. do Sul, apenas confirma o patrimonialismo impregnado nas entranhas do poder, a ponto de criar o estereótipo de que política e corrupção são irmãs siamesas.
A revista alemã Focus irritou a diplomacia grega, ao circular nesta semana com uma edição provocadora. Ao se referir à crise da Grécia, a revista colocou na capa a famosa escultura da Vênus de Milo com o dedo meio erguido, em posição ofensiva. O braço foi implantado por manipulação da foto.
Os últimos dias têm sido pródigos em oferecer espetáculos de crise explícita, que vão das desculpas lacrimosas do golfista Tiger Woods, até o big brother de araque da escola americana, que vigiava os alunos, por meio de câmera instalada no lap top. Sem falar nas trapalhadas de Arruda, que cada vez afunda mais.
Não foi só o mercado automobilístico e os consumidores que ficaram chocados com a derrapada da Toyota nos recentes episódios de defeitos nos carros da montadora. Os profissionais de relações públicas ainda procuram avaliar o impacto dos erros e consequentes arranhões na imagem da empresa, principalmente pela demora do presidente e dos executivos em oferecer soluções e dar explicações convincentes durante a crise.
A prisão do Governador do DF, José Roberto Arruda, é o desfecho de uma crise que começou no fim do ano passado e durante dois meses foi marcada por trapalhadas e ações que lembram uma operação tabajara.
O presidente da Toyota, Akio Toyoda, falou sobre a crise pela primeira vez nesta sexta-feira (5), desde que o recall global foi anunciado em 21 de janeiro. Procurou tranquilizar os consumidores dizendo que “nós estamos enfrentando a crise. Peço desculpas do fundo do meu coração pelas preocupações que nós temos dado a tantos clientes. Muitos clientes estão preocupados se seus carros são seguros. A Toyota está comprometida com segurança”, disse.









