
A Copa do Mundo não é nossa: discriminação, racismo e mercantilismo
Quatro anos passam rápido. O Brasil se preparou para aquele tradicional período em que, de norte a sul, muita gente começa a curtir o clima de Copa do Mundo e, naturalmente, da seleção brasileira de futebol, como favorita para ganhar mais um título. Aquele clima de “Pra frente Brasil”... Não é o caso agora. O grupo de jogadores convocados pelo técnico Carlos Ancelotti em sua maioria não joga no Brasil e alguns nunca jogaram. Foram direto para usufruir dos cofres cheios das equipes da Liga dos Campeões da Europa ou para outros países, com salários bem superiores ao que no Brasil eles teriam. “Como a grande maioria deixa o país muito cedo para se formar sob a lógica europeia, o torcedor perdeu a convivência e a criação de memórias afetivas com seus craques.” Quem diz é a psicóloga e escritora Ana Paula Hornos, em artigo publicado no jornal “O Estado de São Paulo” de 13 de junho de 2026.
Em setembro, Enrico Letta, presidente do conselho italiano dos ministros de 2013 a 2014, vai mudar de vida e será decano da École des affaires internationales des Sciences Po (PSIA).* Ele quer transmitir sua experiência às elites do amanhã e ensiná-las a gerenciar as crises que certamente as esperam.
A coluna do Ombudsman da Folha de S.Paulo deste domingo aborda um tema de interesse geral. Até que ponto publicações online, o que inclui sites da imprensa, sites de buscas e a Internet têm o direito de manter nos arquivos registros de fatos negativos dos usuários? Passados alguns anos, esses “esqueletos” podem sair do armário, como fantasmas, e atrapalhar a vida de muita gente.
“Há uma história em quadrinhos que está pendurada no meu escritório. A piada diz: "Se no início você não conseguir, culpe a mídia?!" Assim a especialista americana em gestão de crises, Karen Friedman*, inicia artigo publicado no site da sua empresa de Gestão de Crises, nos EUA, em que analisa, afinal, qual o principal problema das organizações numa crise.
Relatório do Institute for Crisis Management (ICM) dos Estados Unidos, sobre as crises corporativas ocorridas em 2014 no mundo, divulgado neste mês, mostra que o vazamento de dados foi a categoria de crises que mais cresceu durante o ano.
No momento em que as organizações se preocupam com ameaças de cibersegurança vindas de hackers, criminosos, concorrentes e governos estrangeiros, muitas empresas não conseguem reconhecer devidamente o risco operacional e de reputação por violações de segurança que ocorrem internamente, por pessoas ligadas à empresa.
Os jornais The New York Times e The Guardian, junto com grupos de mídia europeus iniciaram uma experiência denominada “Instante Articles” de compartilhamento de alguns conteúdos no Facebook. É o primeiro “casamento” formalizado da mídia tradicional com as redes sociais.









