
Relatório Anual de Crises de 2025 mostra crescimento das categorias cybercrime, má gestão e assédios
O ICM-Institute for Crisis Management, dos Estados Unidos - que há vários anos publica um Relatório Anual das principais crises corporativas no mundo – (1) registrou 1 milhão 232 mil notícias sobre crises em 2025, um aumento de 8% em relação a 2024. Mas, ainda significativamente abaixo do pico de quase dois milhões de casos registrados em 2023. As crises que dão sinais antes de acontecer (smoldering crises) (2) mantiveram sua posição histórica, representando 65% das notícias monitoradas, enquanto o cybercrime voltou a aparecer como a categoria com a maior proporção de notícias, ocupando um quarto do total das crises do ano. As crises repentinas (sudden crisis) representaram 35%. Várias categorias apresentaram variações surpreendentes, especialmente ações coletivas (*class actions lawsuits*), com percentual de 2,24% caiu para o menor nível; enquanto casos de assédio sexual (15,26%), tiveram um aumento fora do normal. Categoria esta que nunca apareceu com tanto destaque, em qualquer Relatório anterior.
Um estudo corrobora a antiga crença de que um sentimento de comiseração (mais do que compaixão), com as partes ofendidas numa crise, desempenha papel fundamental na restauração da reputação de uma marca.
Não há como evitar. Pauta obrigatória de eventos de comunicação, ou mesmo das conversas entre especialistas e interessados no tema, as mídias sociais viraram a questão do momento para a área de comunicação das empresas. Não apenas por estar na moda. Mas porque representam um risco potencial de crises para a marca.
Londres, uma metrópole com mais de 10 milhões de pessoas, registrou, no ano fiscal março 2011 a abril 2012, apenas 103 assassinatos, o menor índice em 43 anos, segundo relatório da Polícia Metropolitana divulgado neste sábado.
Multidão de jovens na Espanha foi às ruas na semana passada, em adesão à greve geral que parou o país. O que deu errado numa sociedade baseada na política do bem-estar social e sonho de imigrantes, principalmente da América Latina, há bem pouco tempo?
Há um provérbio italiano que diz: La parola è d'argento, il silenzio è d'oro. Francis Maude, chefe de gabinete do primeiro-ministro britânico, David Cameron, não deve conhecê-lo. Porque esta semana falou demais e gerou uma crise sem precedentes para o governo do Reino Unido.

Se você fosse instalar um grande negócio, em escala mundial, disposto a apostar num mercado emergente, que metrópole escolheria? São Paulo, Tel Aviv (Israel), Kuala Lumpur (Malásia) ou Warsaw (Polônia)? Quem sabe, Buenos Aires?









